Onde estão os VCAPs no mundo?

Há alguns meses a VMware fez um infográfico para saber onde estão os VCPs no mundo. E agora, desenvolveu outro infográfico para saber onde estão os VCAPs.

VCAPs é a denominação para a certificação: VMware Certified Advanced Professionals (Profissionais Avançados Certificados VMware).

O Brasil possui 55 VCAPs e um deles está aqui na Blue Solutions, Fernando Ulisses Santos, Diretor de Tecnologia da empresa.

O infográfico também revela que cerca de 42% dos países do mundo possuem pelo menos um VCAP, e que o país que mais possui essa certificação são os Estados Unidos.

Veja abaixo o infográfico completo:

 

Clique na imagem para ampliar – Fonte: Blog VMware

 

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Blue Solutions possui 3 VCP (VMware)

A VMware fez um infográfico para mostrar onde e como estão distribuídos os VCPs no mundo.

VCPs é um certificado proporcionado pela VMware, que significa VMware Certified Professionals (Profissionais Certificados VMware).
No Brasil são 787 VCPs. E desses, temos três VCPS na Blue Solutions: Fernando Ulisses Santos, Diretor de Tecnologia; Mário Arthur Michielin Neto, Especialista em Rede de Computadores; e Kleber E. P. Ramos. Parabenizamos eles por essa conquista!!

O infográfico também revela que cerca de 70% dos países do mundo possuem pelo menos um VCP.

Veja abaixo o infográfico completo:

Clique na imagem para ampliar – Fonte: Blog VMware 

Veja também o infográfico de onde estão os VCAPs no mundo, clique aqui.

Fonte: Blog VMware

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Deploy no vCenter Server Appliance 5.5

        O VMware vCenter Server Appliance (VCSA) consiste em uma máquina virtual SUSE Linux Enterprise Server 11 pré-empacotada de 64 bits que hospeda uma instância do VMware vCenter Server. Como não depende de um SO baseado em Windows, o cliente pode eliminar os custos de licenciamento normalmente associados à execução do VMware vCenter Server.
O VMware VCSA é distribuído como um arquivo .vmx compactado em um .ovf com discos dispersos que reduzem o tamanho geral do dispositivo para apenas 3,6 GB. A implantação do arquivo .ovf é simples.
Geralmente, ela demora apenas 5 minutos. Depois de implantado, o VMware VCSA é executado como qualquer outra máquina virtual no ambiente.
A interface do usuário baseada na Web é uma maneira conveniente de configurar todos os aspectos de uma instância do VMware VCSA, incluindo:
• Serviços: oferece uma forma de configurar serviços, como syslog, netdump, AutoDeploy e o vSphere Web Client.
• Autenticação: permite a configuração de serviços de autenticação por meio do Microsoft Active Directory ou NIS.
• Rede: a definição das configurações da rede Ipv4, incluindo patches, pode ser realizada.
• Sistema: aspectos, como fuso horário, podem ser configurados.
• Upgrades: consistem simplesmente na implantação de um novo VMware vCenter Server Appliance.
Com base nesses recursos ele deve substituir ou tornar-se equivalente ao servidor vCenter instalado em um servidor com o Sistema Operaçional Windows.
O VMware VCSA possui algumas limitações com relação vCenter instalado em um servidor com Windows, tais como:
       VMware vCenter Server Heartbeat (O VMware vCenter Server Heartbeat é um produto de software que protege o vCenter Server contra paralisações (devido a eventos externos e falhas em aplicativos, sistemas operacionais, hardware e rede), porem a VMware deixou de comercializar o vCenter Server Heartbeat no dia 02 de Junho de 2014.
Assim a prática recomendada pela VMware é fazer a implantação do vCenter Server em uma máquina virtual e utilizar o vSphere High Availability para oferecer o recurso de alta disponibilidade. Contudo, os clientes ainda podem manter a alta disponibilidade e fazer backup de bancos de dados do vCenter Server, implantados fisicamente, por meio do uso de software ou sistemas de backup físicos oferecidos por Terceiros.
Também apenas o Banco de Dados Oracle é suportado com Banco de Dados Externo.
     O VMware vCenter Server Appliance requer um banco de dados para armazenar todas as suas informações exigidas. O VMware VCSA vem em seu pacote um banco de dados incorporado, que suporta até 500 hosts e 5 mil máquinas virtuais na versão 5.5. Ao implantar o VMware VCSA em ambientes maiores, caso necessite ele suporta a conexão a um banco de dados externo do Oracle.
O VCSA também não possui suporte a LinkdMode
E possui mais algumas configurações clique aqui para saber mais sobre as Diferenças entre o VCSA e o vCenter Instalado no Windows.

Deploy do vCenter Server Appliance 5.5

Efetue o Download da OVF Teamplate através do Site da VMware.
https://my.vmware.com/web/vmware/details?downloadGroup=VC55U1&productId=353
Em seguida com o OVF no computador cliente, conecte no host ESXI com o vsphere Cliente, clique em arquivo, deploy ovf teamplate, selecione o OVF que foi baixado do site da VMware e conclua.
Concluído o Deploy OVF basta ligar a VM.
Iniciando a configuração do vCenter Server Appliance.
1. Após a VM do vCenter ser iniciada se a rede possuir DHCP o mesmo já irá iniciar com um IP atribuído, assim basta abrir o Browser e acessa, http://0.0.0.0:5480 (0.0.0.0 é o IP atribuído)
2. Na tela de login deverá informar o usuário e senha default sendo, usuário: root e senha: vmware
3. Na tela VMware vCenter Server End User License clique em Accept EULA. 

4. A primeira tarefa de configuração real que iremos realizar é configurar o banco de dados para ser usado pelo servidor VCSA. As opções para o banco de dados inclui um banco de dados incorporado local ou você pode selecionar e configurar VCSA para utilizar bancos de dados remotos, como Oracle.

   No nosso caso utilizaremos o banco de dados embarcado, clicando na tela do banco de dados na guia vCenter Server.
   Vamos ter certeza de que o banco de dados embedded é selecionado para o tipo de banco de dados, em seguida, clique em Salvar configurações.

 Após termos carregado o nosso esquema de banco de dados para embedded, você deve ver que a operação foi bem sucedida. 
5. Após a conclusão da configuração do banco de dados, vá para a tela de status na guia vCenter Server. E inicie os serviços vCenter, como se trata da primeira vez que inicializa, o processo pode demorar até 5 minutos.
 
Uma vez que os serviços são iniciados vCenter, mais uma vez, aparecerá a mensagem “Operação foi bem sucedida”, o status do serviço estará “Running”.
Neste ponto, você já poderá utilizar o VCSA para gerenciamento vSphere (ou seja, você já pode conectá-lo com o vSphere client, adicionar servidores ESXi, etc), no entanto, é rocomendado efetuar outras configurações opcionais.

6. Uma das primeiras configuraçoes opcionais é mudar o endereço IP, que por default esta como DHCP e alterar para estatico. Para fazer isso, vá para a aba de rede e clique na tela do endereço.
Nesta aba é onde iremos endereço IPv4 de dinâmico para estático e preencher todas as informações de configuração de endereço IP tradicional – IP, máscara de sub-rede e gateway padrão.

7. Finalmente, uma vez que tudo está configurado, clique em Salvar configurações para aplicar as alterações.
Note que você estava conectando através do IP dinâmico usando o seu navegador web e agora você mudou o IP. Isso significa que, em sua URL do navegador web, você terá que alterar o IP (e alterá-lo no DNS caso tenha configurado uma entrada de DNS).

8. O último dos opcionais (mas as melhores práticas) de configuração que você necessita saber é que a VCSA pode servir como um servidor syslog para ESXi, oferece capacidade coredump para os anfitriões, que serve como um servidor para o novo vSphere web-do cliente, e que pode ser utilizado para autodeploy bem. Todas estas coisas são configurados na guia Serviços, como você pode ver na proxima figura.

 Em resumo, o novo vSphere 5 VCSA  na minha opinião será o futuro do gerenciamento centralizado vSphere. Acredito que a versão Windows do vCenter será descontinuada muito em breve e esta será a unica opção de gerenciamento. Assim, agora é a hora de começar a aprender sobre VCSA e tentar usá-lo.
              Depois de tudo concluido abrir navegador e faça login no vCenter Server Appliance adicionando porta 9443 depois de FQDN ou endereço IP.
         Fornecer senha para administrator@vsphere.local, pronto você está logar no servidor vCenter Server Appliance.

Artigo criado por: Alex Santos – Analista de Suporte (Blue Solutions).



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Atualização Vmware VSPHERE 5.5

   A VMware concretizou no dia 1 de maio de 2014 o fim do ciclo de vida do vSphereESX hypervisor 4.X e vMA.

    O fim da disponibilidade (“EoA”, End of Availability) para o VMware vSphere® ESX hypervisor 4.x e para o VMware Management Assistant (“vMA”) versões 1 e 4 acompanharam o lançamento do vSphere 5.5.
    As versões anteriores não mais terão disponíveis nenhum programa ou chave de licença para o vSphere ESX hypervisor 4.x ou o vMA versões 1 e 4.
    A melhor alterantiva é a atualização para a nova versão da plataforma de virtualização da VMware, VSphere 5.5.
    De fato esta nova versão trouxe algumas novas funcionalidades e também mudanças interessantes, principalmente com relação às configurações máximas, como por exemplo, o novo limite de 62TB para discos virtuais.

    Listamos para você algumas (Das muitas)  novidades que acompanham a nova versão e os benefícios que ela trará.

– Hot-Pluggable PCIe SSD Devices

    Foi adicionada ao ESXi a capacidade de adicionar e remover dispositivos SSD (Solid State Disks) “a quente”, ou seja, assim como já acontecia com discos SATA e SAS, agora é possível adicionar um disco SSD ao servidor ESXi sem a necessidade de desliga-lo.

– Suporte a tecnologia RMT (Reliable Memory Technology)

    A tecnologia RMT é uma funcionalidade que alguns fabricantes de hardware (no momento só encontrei informações sobre RMT através da DELL), que permite que setores físicos da memória que apresentem problemas sejam isolados e em seguida “escondidos” do sistema operacional, e também reporta quais as áreas da memória são mais confiáveis. Esta nova versão do ESXi é capaz de utilizar essas informações para otimizar o posicionamento do VMkernel e outros componentes críticos dentro da memória, prevenindo que erros de memória aconteçam.

– Melhorias no gerenciamento de energia

    Até a versão 5.1, a política “Balanced” de gerenciamento de energia de um host ESXi utilizava apenas os estados de desempenho do processador (P-state), o qual mantêm o processador rodando em frequências e voltagens menores. Com o VSphere 5.5, os estados operacionais do processador (C-state) também são utilizados, permitindo maiores economias no consumo de energia.

– Melhorias no vCenter Server Appliance

    O vCenter Server Appliance (vCSA), appliance virtual baseado em Linux com o Virtual Center embutido, ganhou uma melhoria significante nesta nova versão. Até então, o database que já vem incluso no appliance, um Postgres, era recomendado apenas para ambientes menores (5 hosts ou 50 VM’s). Essa era uma das razões que ainda levavam muitos a optar pela versão Windows do Virtual Center. Com o lançamento do VSphere 5.5, este banco de dados, ainda um Postgres, pode suportar até 500 hosts e 5.000 VM’s.

– VSphere App HA

    Umas das novidades do Vsphere 5.5 é a introdução do VSphere App HA. Nas versões anteriores o VSphere HA, era capaz de monitorar o status de uma máquina virtual através do VMware Tools e reiniciá-la em caso de falha no recebimento dos pacotes de heartbeat. Assim como também era capaz de reiniciar as máquinas virtuais em outros hosts ESXi no caso de o host em que a VM estava viesse a falhar. Com o VSphere App HA, um novo nível de monitoramento foi adicionado. O VSphere App HA é capaz de monitorar se uma determinada aplicação parou de responder e então tentar reiniciar somente a aplicação, e caso não consiga, aí sim ele reinicia a VM. Neste momento, somente as aplicações a seguir são suportadas:

  • Microsoft SQL 2005, 2008, 2008R2, 2012;
  • Tomcat 6.0, 7.0;
  • TC Server Runtime 6.0, 7.0;
  • Microsoft IIS 6.0, 7.0, 8.0;
  • Apache HTTP Server 1.3, 2.0, 2.2 

Aumento no tamanho do limite de um VMDK

    O limite de 2TB para discos virtuais não existe mais. Com o lançamento do VSphere 5.5, agora é possível a criação de discos virtuais (vmdk) e discos RDM (tipo virtual mode) com até 62TB, tanto em datastores VMFS como em datastores NFS.

  Algumas considerações importantes sobre essa novidade:

   A expansão de discos virtuais maiores de 2TB só pode ser feita de forma off-line;
Não é possível expandir ou manipular um disco maior que 2TB utilizando o VSphere Client, é necessário utilizar o VSphere Web Client.

– Suporte fim a fim de HBA’s de 16GB

    No vSphere 5.5, a VMware fornece o suporte fim a fim de conexões FC de 16Gb. Tanto as HBA’s como as controladoras do Storage podem ser executadas a velocidades de 16Gb, desde que o switch FC entre eles suporte.

    O vSphere 5.5 introduziu algumas melhorias e capacidades de rede fundamentais para simplificar ainda mais as operações, melhorar o desempenho e garantir a segurança em redes virtuais. A seguir estão algumas das principais melhorias nos recursos desta versão:

  •    As melhorias nas funcionalidades de agregação de link (LACP) permitem a escolha de vários algoritmos de hash e também aumenta o limite no número de grupos de agregação de link (LAG’s);
  •     Aumento na segurança de portas é ativado através do suporte a filtragem de tráfego;
  •    Priorização de tráfego na camada 3 aumenta o suporte a qualidade do serviço (QoS);
  •    Uma nova ferramenta de captura de pacotes semelhante ao tcpdump;
  • Suporte a placas de rede de até 40 Gb; 

Para saber um pouco mais sobre a atualização do Vmware SPHERE entre em contato com a Blue Solutions, uma equipe técnica estará a sua disposição.

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Equipe da Blue Solutions participa do VMware Partner Kick-Off 2014

Aconteceu nos dias 3 a 5 em Itapeva, Minas Gerais o Partner Kick-Off 2014 da VMware.

A Blue Solutions, representada pelos sócios Daniel Ortiz e Fernando Ulisses dos Santos, participou do evento para acompanhar as novidades.

No evento foram compartilhados alguns números de mercado, o mais impressionante foi o crescimento da VMware no Brasil, que foi de 24% sobre o ano anterior, considerando apenas os clientes com licenças pagas.

É um dos maiores números do mercado, graças ao trabalho dos parceiros de negócio da VMware, sendo a Blue Solutions um deles.

O evento contou também com a palestra do jornalista Clayton Conservani, onde foi feito um paralelo entre as preparações que ele fez em seus desafios radicais e a preparação que os canais precisam ter vencer o desafio do ano de 2014.

Também foi confirmada a parceria com o Google, que já tinha sido anunciada no VMware PEX, e a disponibilização dos novos produtos no Brasil, como o VSAN e o NSX.

FJ Gould (Area Partner Director & COO LatAm) Carlo di Colloredo (Sr Marketing Director LatAm) Fabio Costa (Country Director Brazil) e Fernando Mollon -(VP LatAm)
Daniel Ortiz e Clayton Conservani do Planeta Extremo
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Novidades VMware PEX 2014

O VMware Partner Exchange 2014 (VMware PEX) não anunciou nenhuma nova tecnologia, mas definiu com certeza qual a visão da VMware sobre o futuro da tecnologia e sua estratégia para chegar lá.

A VMware considera o SDDC (Software-Defined Data Center) uma realidade, não só mais uma buzz-word (que já foi adotada até pelos concorrentes), com ofertas da própria VMware de virtualização de Storage (VSAN) e virtualização de redes (NSX), já sendo possível automatizar muitas das tarefas corriqueiras do Datacenter.

Com o VSAN por exemplo, é possível utilizar os discos de servidores comuns para criar um armazenamento compartilhado, escalando em performance e capacidade até 16 servidores.

Com esse desafio já vencido, o próximo passo é o SDE (Software-Defined Enterprise), onde os processos de negócio podem ser modelados para atender as expectativas dos clientes e exigências do mercado da mesma forma que a virtualização atende atualmente.

Também foi anunciada uma parceria com a Google, no qual os Chromebooks podem ser usados para conexão com o VMware View, se tornando poderosas estações de trabalho com acesso a Desktops Windows completos.

É uma visão nova, que promete trazer agilidade aos negócios e redução de custos.

Rajen Sheth, diretor de produto do Google Chrome, explica nesse post em seu Blog  como Desktop-as-a-Service nos Chromebooks pode não apenas servir de ponte entre velhas e novas tecnologias, mas eventualmente substituí-las.

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