Blue Solutions participa do Premium Partner Meeting X

A Blue Solutions participou do Premium Partner Meeting X, entre os dias 28 e 30 de agosto de 2015. O evento, que chegou em sua 10ª edição, ocorreu em Campinas/SP, no hotel Royal Palm Plaza e o tema deste ano foi “Na pele do CIO: a visão de quem compra e administra TI”.

O encontro foi promovido pela Network 1, distribuidor Dell e de outros fabricantes de tecnologia grandes no Brasil,  e foi voltado aos clientes que fazem parte do programa de canais (Premium Partner Program), reunindo os principais parceiros de negócio.

O executivo Edgar Monteiro, acompanhado por sua esposa Angelica Monteiro e seus filhos, representaram a Blue Solutions no evento, que durou três dias e proporcionou  momentos de lazer, relacionamento e negócios, com uma agenda com diversas atrações e reuniões direcionadas.

A novidade dessa edição foi o modelo dinâmico e efetivo das reuniões de negócios entre clientes e fabricantes de interesse, indicados previamente por ambos.

Assista aos melhores momentos:

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Indicadores de Gestão para Vencer a Crise!

 

Adicione Controle ao seu Negócio

Adicione KPIs e Dashboards em Tempo Real com Business Monitor

Épocas de crise requerem maior controle do negócio para sobreviver e posteriormente prosperar: controle sobre custos, controle sobre vendas e controle sobre estoques, produção e qualidade.

A maioria dos sistemas de gestão (ERPs) coleta muitas informações e gera centenas de relatórios, mas o acompanhamento deveria ser mais fácil para o usuário final e gestores de departamentos, permitindo ao mesmo a tomada de pequenas decisões no dia a dia que tragam resultados no final do mês.

Ter um sistema capaz de exibir essas informações com indicadores em tempo real permite a correção de desvios enquanto eles acontecem, no dia a dia, e não apenas apenas no final do mês, quando os resultados ficaram ruins e não há mais tempo para fazer mais nada.

Business Monitor é uma ferramenta de BAM (Business Activity Monitoring) que permite criar Indicadores (KPIs) que atualizam automaticamente em tempo real, permitindo aos usuários e gestores uma visão rápida e fácil de entender o que está acontecendo na empresa nesse momento e tomar uma ação sobre isso.

Integra-se aos principais ERPs do mercado através dos principais bancos de dados, tais como SQL, Oracle, Firebird, MySQL ou PostgreSQL, e permite extrair informações às vezes não disponíveis nos sistemas.

Alguns exemplos de indicadores:

  • Indicadores de Vendas
  • Faturamento no Mês
  • Novos Clientes no Mês
  • Produção por Hora
  • Tempo de Espera do Cliente
  • Ordens de Serviço fechadas no dia
  • Contas a Receber e a Pagar no Dia
  • Faturas atrasadas de clientes
  • Insumos com estoque Baixo
  • Índices de satisfação de Clientes

Conheça mais sobre o Business Monitor e adicione controle ao seu negócio também.

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Sobre o autor
Fernando Ulisses dos Santos
Diretor de Tecnologia na Blue Solutions
Especialista em Segurança da Informação
Certificado VCP-DCV, VCAP-DT, VCP-DT

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De 50 para 10: Mude de KPIs estáticos para Tempo Real

Um estudo recente do Instituto de Performance Avançada (The Advanced Performance Institute)
denominado “20 anos de Mensuração e Gestão da Performance dos Negócios” (20 Years of Measuring and Managing Business Performance) revelou que menos de 20% das empresas afirmam que obtém conhecimentos regulares (geralmente usando Indicadores de Desempenho ou KPIs – Key Performance Indicators), que melhoram dia a dia as tomadas de decisões em todos os níveis.

O mesmo estudo mostra que a alta administração parece se beneficiar, mas não todos. Porque é assim?  De acordo com minha experiência isso se origina do fato que os KPIs foram feitos para as “Reuniões Mensais de Diretoria” – contendo 50 slides da plataforma de Gestão de Processos e Negócios. Para melhorar o dia a dia das tomadas de decisões em todos os níveis, as organizações precisam repensar os KPIs e focar na redução do número de KPIs, enquanto movem estes do estático para KPIs em tempo real.

Há três pontos para considerar quando se repensa sua estratégia de KPI e muda de estático para tempo real:

Maturidade do KPI em Tempo Real

A organização está pronta para acompanhar KPIs em tempo real? As questões chave são:

  • Pessoas específicas dentro da sua organização podem manusear e gerenciar essas métricas?
  • Os recursos de base de dados na qual os KPIs são derivados podem ser acessíveis?

Um modo de avaliar isso é a empresa definir os KPIs, a origem e a frequência de atualização e avaliação. Uma vez que se tenha esse “KPI Inventory” (“Inventário de KPIs”), estes podem ser agrupados por organização (usuários de KPIs) e atualizar/revisar a frequência para melhor determinar como redesenhar as métricas de negócios, que é outro ponto a considerar.

Redefina as métricas do seu negócio

Isso pode incluir KPIs mais novos e/ou a frequência de atualização e uso. KPIs trimestrais podem migrar para mensais, mensais para semanais, semanais para diários e diários para tempo real? Usando os critérios de maturidade acima, os dados que alimentam esses KPIs podem ser acessados nessa base? A visibilidade e/ou habilidade de reagir para seu novo conjunto de KPIs em tempo real podem conduzir melhor valor do negócio? Finalmente, a sua organização pode lidar com esses KPIs em tempo real?

Dois exemplos de como redesenhar as métricas do seu negócio:

Novos Tipos de Indicadores de Performance – KPIs

Enquanto a rentabilidade é normalmente mensurada em base trimestral ou mensal em nível corporativo, as organizações podem melhor conduzir a rentabilidade entendendo isso como um produto “custo por”, como é no estágio da manufatura/industrial. Alguns produtos onde os rendimentos ou flutuações na qualidade da matéria-prima aumentam ou reduzem os custos, podem ter um impacto real na lucratividade da empresa. Quando todos os produtos são gerenciados pelo “custo-por” KPIs em toda a organização e em tempo real, fatores da lucratividade da empresa podem ser melhor entendidos.

Um KPI que conduz valor de negócio vai de semanal a tempo real

Em algumas cadeias de abastecimento onde a conformidade ambiental pode ser um grande fator, ambos em termos de rentabilidade/lucratividade em percepção pública, gerenciando KPIs tais como a taxa de reciclagem dos resíduos, marcas de carbono e de água em nível de tempo real pode permitir as organizações gerenciar melhor suas métricas verdes.

Mantenha isso simples e breve (KISS – Keep it Short and Simple)

Informação em tempo real permite reduzir o número de KPIs usados para se gerenciar um negócio. Os 50 slides de BPM em muitos casos não são necessários. Enquanto KPIs em tempo real podem beneficiar todos em uma organização, cada membro do time precisa manter o foco específico pertinente a sua função, nível e capacidade para responder a KPIs em tempo real. Portanto, simplificações precisam ter o lema: curto, simples e fácil de acessar e revisar.

Em resumo, reduzindo e migrando alguns KPIs para tempo real, benefícios podem ser dirigidos para o seu negócio através da força de todos os níveis de uma organização e melhorias diretas na cadeia de suprimentos.

Fonte: John Oskin, Sage Clarity. Tradução: Patricia Trevisan

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Rede Aparecida revitaliza Data Center com o apoio da Blue Solutions

A Rede Aparecida

A Rede Aparecida consiste em uma emissora de Televisão e 3 emissoras de Rádio, sendo a Rádio fundada há 64 anos e a TV Aparecida irá completar 10 anos de vida em setembro próximo.

Fonte: Site Rede Aparecida

A Rádio Aparecida, sediada na cidade de Aparecida/SP, foi fundada em 8 de setembro de 1951, e está conectada com os eventos religiosos e culturais realizados no espaço do Santuário Nacional de Nossa Senhora da Conceição Aparecida. A emissora é apoiada por seus inúmeros ouvintes que abraçando o ideal da comunicação tornam-se representantes e associados do Clube dos Sócios, projeto iniciado em 7 de setembro de 1955.

Na trajetória da Rádio Aparecida sempre houve o acompanhamento das mudanças tecnológicas ao longo do tempo a fim de proporcionar uma sintonia de qualidade nas frequências da emissora. Em 2013, aconteceu a troca dos transmissores de Ondas Curtas, o que garantiu de imediato um alcance bem maior da emissora pelo país. Em 2015, foi a vez do sinal pela parabólica voltar definitivamente, proporcionando aos ouvintes sintonizarem o canal de áudio da Rádio Aparecida pela televisão. A Rádio Aparecida também pode ser ouvida pelo portal na internet do grupo “Aparecida” (www.a12.com) e por aplicativo de celular.

A TV Aparecida é uma rede de televisão que apresenta uma programação educativa e conteúdos religiosos. Possui programas culturais, educativos, jornalísticos, esportivos, musicais, femininos, filmes e desenhos infantis, demonstrando seu cuidado e parceria com as pessoas.

A TV Aparecida se destaca entre as 14 maiores redes de televisão do Brasil, segundo a ANATEL. Seu sinal está disponível para todas as antenas parabólicas digitais e analógicas do país. Em canal aberto, opera em 22 estados, no Distrito Federal, sendo 20 capitais e 276 municípios, cobrindo uma população de 70 milhões de pessoas. Atualmente, 50% de sua programação é produzida em HD e seu sinal digital está disponível nas principais capitais do Brasil, proporcionando ao telespectador uma experiência audiovisual mais agradável, com som e imagem de alta definição.

A Blue Solutions 

A Blue Solutions está no mercado de TI há 11 anos e é especializada em serviços de continuidade de negócios e soluções de TI para suprir as necessidades corporativas de ponta a ponta, através da oferta de hardware, software e serviços de TI para empresas de pequeno, médio e grande porte. A Blue Solutions teve a oportunidade de participar, projetar e implementar mais um projeto de revitalização de data center, agora na Rede Aparecida, no Vale do Paraíba/SP.


O Projeto

A revitalização ocorreu no 2° semestre de 2014, a qual contempla a linha de storage Equallogic com capacidade de 39 TB e ainda compõe ao cluster a linha servidores PowerEdge e Switches redundantes, solução de backup em disco com AppAssure. Todo este projeto foi possível através de nosso principal parceiro de negócios, Dell Computadores, fabricante que pelo 10° ano consecutivo é líder brasileiro em venda de servidores.

O objetivo do projeto era substituir equipamentos obsoletos da Rede Aparecida para que pudessem acompanhar a tendência mundial, virtualizando os seus servidores através da plataforma Microsoft Hyper-V.

Michelle Feierabend, Executiva de Contas da Blue Solutions, diz que “essa revitalização foi possível graças a confiança da Rede Aparecida no trabalho da Blue Solutions, e claro do fabricante Dell, por sermos parceiros há mais de 5 anos.  Tivemos diversas visitas comerciais e técnicas com nossos arquitetos, diagnosticando gaps existentes, assim mensuramos/desenhamos o projeto para atender a real necessidade, adequando a solução para o negócio da Rede Aparecida com preço competitivo”.

“Posicionamos a solução Equallogic por ser uma tecnologia confiável, escalável e que permite o crescimento sem comprometer o investimento realizado e performance no armazenamento do cluster, permitindo a Rede Aparecida centralizar gerência e ambiente estável, deixando a TI focada em entregar melhores resultados aos usuários internos”, completa Michelle.

Importância e Resultados do Projeto

A seguir, Júlio César dos Santos, Gerente de Tecnologia da Rede Aparecida, nos fala como foi o projeto e o que este significou.

“Para nós, da Rede Aparecida, esse projeto trouxe uma maior tranquilidade em revitalizar o data center garantindo maior disponibilidade dos serviços aos nossos “clientes internos”. Continuamos a parceria de sucesso com a Dell que já dura quase 10 anos, agora muito bem representada pela sua parceira Blue Solutions, e destaca-se a dedicação dos profissionais da Blue durante a fase de desenho do projeto, pois tivemos várias reuniões e discussões por quase 6 meses até chegar na melhor solução que pudesse contemplar o melhor cenário custos X benefícios para a Rede Aparecida.

Vale destacar também o excelente serviço pós-vendas prestado pela Dell Computadores, que hoje equipa quase 98% da Rede Aparecida de Comunicação, contemplando desde servidores, switches até desktop do usuário final. Diante da grande qualidade dos produtos tivemos uma drástica redução no estoque de peças que tínhamos de manter, reduzimos o consumo de energia com os novos equipamentos mais eficientes e, por consequência, damos condições aos nossos colaboradores de estarem focados no trabalho que precisam realizar.

A Blue Solutions, através de seus profissionais que implementaram o ambiente, destaca-se pela qualidade, seriedade e comprometimento na realização de um serviço de excelente qualidade.

Por fim, manifesto nosso contentamento com as parceiras Dell e Blue Solutions e renovo o desejo de continuar novos projetos e a manutenção deste parque tecnológico, para melhor servir as necessidades da Rede Aparecida que vem crescendo a cada ano.”

Colaboração: Júlio César dos Santos, Gerente de Tecnologia da Rede Aparecida, e Michelle Feierabend, Executiva de Contas da Blue Solutions.

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DrillDown? Sim, nós temos com o Business Monitor 1.8.0

A nova versão do Business Monitor traz o recurso de Drill Down.

Com o Drill Down é possível clicar em um valor dentro do gráfico e visualizar os dados que compõem esse gráfico, como na imagem abaixo:

Isso permite explorar os dados que compõem um determinado gráfico, como no exemplo acima, o gráfico indica os valores a receber por dia, e ao clicar sobre um dos componentes do gráfico, ele exibe exatamente quais serão os valores recebidos.

Confira o Drill Down em operação no site de demonstração.

Junto com essa atualização, também foram atualizados todos os principais componentes, o que abrirá várias possibilidades futuras.

Bugs corrigidos:

  • Ao gerar uma tabela com componente tipo link, caso o link fosse vazio, era gerado um link inválido apontando para o próprio BM.
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Lançamento Oracle Cloud Computing

No mês passado a Oracle lançou no mercado seu próprio serviço de computação em nuvem, a Oracle Cloud Computing.

Não importa qual é sua função nos negócios, a moderna tecnologia de computação em nuvem pode ajudar você a ver novas oportunidades de negócios e inovar com mais rapidez. A Oracle Cloud Solutions está ajudando pessoas em todos os níveis das organizações a serem bem sucedidas nos negócios modernos.

O que é Computação em Nuvem?

A definição simples: Trata-se de um estilo de computação com base em recursos compartilhados, elásticos, oferecido para usuários em autoatendimento, usando tecnologias da Web. Além disso, se perguntar a cinco pessoas “o que é computação em nuvem?”, você certamente receberá cinco respostas diferentes. Por quê? Porque o que importa para elas não é o que seja a computação em nuvem, mas o que ela faz por elas.

Para entender plenamente a computação em nuvem em uma empresa, você precisa compreender os diferentes benefícios funcionais que determinam a popularidade da nuvem. Vejamos a nuvem pela lente de diferentes funções em uma empresa e imaginemos como elaborar uma estratégia em nuvem coesa que funcione para todos na empresa.

Acesse a matéria O que é computação em nuvem e quais os principais tipos e entenda mais sobre o assunto e os termos dessa tecnologia.

Algumas soluções de Oracle Cloud como plataforma de serviços – PaaS

  • Database

Disponíveis como DBaaS (banco de dados como serviço) ou como plataforma de desenvolvimento e implantação completa, os serviços de banco de dados permitem que você configure e implante de modo rápido, fácil e flexível.

  • Database Backup

Use uma solução simples, dimensionável e de baixo custo para realizar operações de backup e recuperação com segurança e perfeição entre Oracle Databases no local e o Oracle Cloud.

  • Documents

Baseada na nuvem, a flexível solução Oracle de compartilhamento de arquivos simplifica a colaboração com o gerenciamento de arquivos de autoatendimento que se integra ao Oracle Applications para sincronizar conteúdo de modo seguro em dispositivos móveis e desktops.

Fonte: Site Oracle

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Blue Solutions realiza Treinamento Profex

Na semana passada, no dia 05 de Agosto, a Blue Solutions realizou um treinamento para a demonstração das novas funcionalidades do Profex, sistema de gerenciamento de TI.

O treinamento aconteceu no salão de convenções do Hotel Mercure, em São Paulo, e contou com a participação dos representantes das empresas: Santa Casa de Bragança, Unimed Taubaté, Laboratórios Mello, Plano de saúde Greenline, Plano de saúde MedicalHealth, Santa Casa de Ourinhos, Hospital de Olhos de São Paulo, Hospital São Francisco de Jacareí, Hospital do Rim e Hipertensão de São Paulo, Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia e Hospital Novo Atibaia.

Durante o treinamento foram demonstradas as funcionalidades do novo módulo de Proxy, como a integração com grupos de AD, listas de bloqueio por conteúdo, entre outros. Também foram demonstradas funcionalidades gerais dos demais módulos: E-mail, Firewall e Monitor.

Mário Michielin, consultor técnico da Blue Solutions, ministrou o treinamento, que foi  uma ótima oportunidade para sanar dúvidas sobre a ferramenta e para a troca de experiências entre os clientes e a equipe da Blue Solutions.

O Sr. Jaime de Azevedo, Brand Manager da Blue Solutions, realizou as apresentações “Serviços de Continuidade de Negócio” e “Indicadores de Negócio e Gestão a vista”, reforçando nossa atuação como prestadores de serviços de TI, agregando valor e levando inovação para nossos clientes.

Para ficar por dentro dos eventos e treinamentos que a Blue Solutions realiza, acesse nossa página de eventos aqui.

Confira mais fotos no Facebook da Blue Solutions.

Sobre o autor:
Gerente de Serviços na Blue Solutions

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Novos Ataques preocupam especialistas em Segurança da Informação

Uma nova forma de ataque tem preocupado os especialistas e deveria preocupar o cidadão comum também.

Nesses ataques, o simples fato de abrir um e-mail ou site malicioso, sem necessariamente clicar em um link, fazer um download ou instalar algum executável é o suficiente para redirecionar o tráfego do usuário para sites indesejados.

O ataque

Nessa nova modalidade, em um e-mail por exemplo, são invocados endereços de imagem apontando para endereços de roteadores locais dos usuários, com o objetivo de trocar a configuração dos mesmos. Num código HTML ficaria assim:

<img src=”https://192.168.0.1/?setDNS=8.8.8.8″>

Nesse exemplo, ao tentar carregar essa imagem, o computador do usuário trocaria a configuração de DNS do roteador no IP 192.168.0.1 para o IP 8.8.8.8 (endereços fictícios e não nocivos).

Esse exemplo foi bem simples e específico, mas um mesmo e-mail pode conter centenas ou até milhares de URLs de diversos modelos de roteadores, contendo inclusive senhas padrões para os ataques. Veja um exemplo de código fonte malicioso aqui (CUIDADO).

Essa característica presente em diversos roteadores domésticos e até alguns profissionais, permite que configurações sejam alteradas apenas pela chamada de uma URL e é chamado de Cross-site Request Forgery ou apenas referenciado pela sigla CSRF e é bem comum em diversos equipamentos.

Esse ataque não é possível em sites de bancos por exemplo, pois normalmente não estamos logados no mesmo por muito tempo (a sessão expira rapidamente), e mesmo quando estamos, é comum o banco pedir uma segunda senha a cada transação realizada.

Consequências

Para o ataque ser bem sucedido, basta o usuário abrir um site ou e-mail com o código malicioso, se bem feito o ataque, não aparecerá nenhuma mensagem de erro ou imagem quebrada.

Assim que o usuário reiniciar seu computador ou reconectar nessa rede, receberá a nova configuração de DNS do roteador e passará a fazer as consultas por lá. Dificilmente perceberá algum problema, no máximo um pouco de lentidão, mas a partir daí as chamadas para sites de bancos por exemplo podem ser roteadas para sites mantidos pelos criminosos de forma transparente.

Porque isso acontece?

Para o ataque funcionar, o roteador precisa estar configurado com usuário e senha padrões. Caso o ataque seja feito contra algum roteador com senhas definidas pelo usuário, uma caixa de autenticação aparecerá para o usuário, ainda assim o ataque pode ter efeito, se a senha estiver gravada no computador do usuário e o mesmo simplesmente confirmar a autenticação.

Alguns roteadores mais antigos (e bastante populares) permitem a alteração de configurações sem necessariamente autenticar o usuário, esses são os mais perigosos e uma saída alternativa seria trocar o IP padrão dos mesmos.

Como evitar?

Nossa recomendação para evitar esse tipo de ataque é trocar imediatamente a senha padrão dos roteadores.

Também, onde possível, trocar o endereço IP padrão dos mesmos e atualizar o firmware.

Dentro de empresas, evite usar os equipamentos domésticos para esse tipo de serviço, principalmente roteadores Wireless. A maioria deles possui vulnerabilidades conhecidas e não tratadas pelos fabricantes como pode ser visto nesse site, contendo mais de 60 vulnerabilidades, ou se tratadas, precisam de atualização de firmware para serem aplicadas.

Matéria publicada originalmente no site TI Especialistas
Sobre o autor
Fernando Ulisses dos Santos
Diretor de Tecnologia na Blue Solutions
Especialista em Segurança da Informação
Certificado VCP-DCV, VCAP-DT, VCP-DT
Fernando Ulisses dos Santos
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Sua empresa já usa Shadow IT?

Alguns estudos indicam que num futuro próximo o CMO terá mais verba de TI do que o CIO, enquanto outros indicam que já estamos em período de transição.

Isso se deve principalmente pela falta de capacidade do CIO e da TI como um todo de atender as necessidades dos negócios.

Outros departamentos, além do marketing e até mesmo os próprios usuários, tendem a buscar soluções alternativas dentro de um ambiente corporativo quando a TI não é responsiva ao atender suas necessidades.

Algumas dessas iniciativas até trazem benefícios como o BYOD (Bring Your Own Device), mas junto vem os desafios de gerenciamento dos ativos, suporte aos equipamentos e segurança das informações.

Chamamos de Shadow IT ou Stealth IT todas as iniciativas de TI tomadas pelos próprios usuários ou departamentos, sem conhecimento, análise ou administração pela equipe de TI.

Por exemplo, quando o departamento de marketing resolve adotar uma nova ferramenta para disparo de e-mails pode instalar um software na rede local que prejudique o servidor de e-mail e a conexão da empresa, ou pode contratar um serviço de terceiro e ter problemas para fazer o disparo por falta de configuração de registros no DNS.

Até algumas ações dos usuários, como usar a conta do Gmail pessoal para uso profissional, ou armazenamento no iCloud ou Dropbox para arquivos da empresa são considerados como Shadow IT, e são um reflexo da TI da empresa não ter conseguido atender as necessidades de seus usuários.

Motivos

Isso acontece por diversos motivos, mas o principal é que a TI pode estar muito engessada, não estando preparada para responder as requisições rapidamente ou muito ocupada mantendo os sistemas legados no ar.

Também, se a TI possuir um ambiente onde a adoção de novos serviços e instalação de novos servidores demore meses, pode ser um motivador para que os usuários busquem por si só as soluções e acabem contratando e usando os mesmos serviços que usam na sua vida pessoal para resolver seus problemas corporativos.

Problemas

É de se esperar que essa adoção de tecnologias sem integrações e planejamento gere problemas para o departamento de TI e para a empresa como um todo, os mais críticos são:

  • Quebra de Conformidade – para empresas que tem obrigações legais de conformidade, como financeiras ou de saúde, expor dados sensíveis de clientes pode levar a multas e restrições por órgãos reguladores.
  • Desperdício de recursos – a contratação isolada de recursos na nuvem pode trazer altos custos diretos (como as faturas) e indiretos (como uso de links), sendo que se fosse feita uma contratação em um único fornecedor com um único contrato seria possível ter ganhos de escala, além do planejamento para uso de links e integrações.
  • Risco de perda de dados e vazamento de informações – em muitos serviços na nuvem o backup ou redundância é contratado a parte e o usuário comum pode não ter conhecimento disso. Também, se a transmissão e acesso não for feita de maneira adequada, pode expor dados sensíveis a acesso indevido.
  • Afeta o departamento de TI – no final, quando precisar de algo mais avançado o usuário vai buscar pela ajuda do departamento de TI. Por ser uma iniciativa não estudada e conhecida anteriormente, irá necessitar de mais horas do que o normal para diagnóstico e solução.

Os problemas extremos

Os casos mais extremos que já observamos foi a compra de equipamentos e sua instalação na rede sem conhecimento da equipe de TI.

Alguns casos mais inocentes como a compra de impressoras jato de tinta para atender um determinado departamento ou diretor, afeta os custos com impressão e pode demandar suporte da TI para instalação e manutenção do novo equipamento.

Outros casos extremos, como a instalação de Access Point Wireless, podem habilitar serviços DHCP que afetam o funcionamento das estações nas proximidades, conflitar IP com algum servidor crítico ou até expor a rede da empresa para invasores usando protocolos fracos de autenticação ou mesmo autenticação nenhuma.

Como evitar

A melhor forma de evitar que os próprios funcionários tomem iniciativas de TI é se a equipe de TI tiver tempos de resposta adequados ao negócio e for um facilitador de tecnologias, ao invés de um burocrata ou complicador que só fala em termos técnicos.

Os executivos de TI devem se aproximar de outros executivos e indicar possibilidades de uso da tecnologia para algumas operações. Também devem permitir aos demais executivos serem co-responsáveis pelo uso de tecnologias, permitindo inovação e redução de custos.

As principais sugestões de ações a serem adotadas são:

  • Liberar a TI de trabalhos repetitivos e que não agregam valor ao negócio, permitindo a mesma focar a tecnologia a favor do negócio.
  • Ser um facilitador entre tecnologia e negócios, orientando os usuários na adoção e tomando a frente nas iniciativas para colocar a tecnologia a serviço do negócio.
  • Buscar no mercado e estudar as plataformas sugeridas pelos usuários para realização de tarefas não específicas do negócio, como e-mail marketing, hospedagem, etc.

Desafios

A parte mais difícil é gerir os custos compartilhados. Em muitas empresas a TI tem um orçamento próprio e é visto como centro de despesas apenas. O ideal é a TI conseguir mensurar por departamento seus custos e compartilhar as decisões de investimento com os mesmos.
A segurança também é um fator a ser considerado, devem-se estudar quais dados serão usados fora da empresa, como serão transportados e armazenados.
Se a equipe de TI está sempre ocupada, pode ser a hora de terceirizar algumas operações que não são do negócio e principalmente se exigem alto conhecimento técnico. Empresas de serviços gerenciados de TI ou serviços gerenciados de segurança são uma opção.

Conclusão

Por fim, não recomendamos que a TI seja contra esse movimento, pelo contrário, se você encontrar ações dessa natureza na sua empresa, veja no que é possível ajudar na adoção e integração das mesmas.

É importante também adotar plataformas de gerenciamento, integração e documentação dos processos.

Por exemplo, o usuário do marketing deve usar uma conta corporativa (marketing@empresa.com.br) para cadastro na ferramenta de e-mail marketing e não sua conta pessoal.

Também, fazer o uso de virtualização de servidores com ferramentas de gerenciamento de Cloud integradas é uma boa opção, pois fornece escalabilidade rápida e facilidade, ao mesmo tempo que mantém a gerência centralizada.

No final, garantir a segurança dessas iniciativas, e não baní-las.

Enfim, que venha a mudança.
Sobre o autor
Fernando Ulisses dos Santos
Diretor de Tecnologia na Blue Solutions
Especialista em Segurança da Informação
Certificado VCP-DCV, VCAP-DT, VCP-DT
Fernando Ulisses dos Santos
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Versão 1.7.6 do Business Monitor traz opção de sub-Dashboards e outras melhorias

Estamos liberando hoje para os clientes do Business Monitor a nova versão 1.7.6, que traz melhorias de organização do Dashboard.

A primeira mudança a ser notada é na barra de exibição, agora é possível organizar em sub-dashboards, o que dá maior flexibilidade para separar por área os Dashboards criados:

Também na área administrativa, ficou mais fácil para Ordenar os Dashboards e transformar um Dashboard em sub-dashboard, basta um clique do mouse para a alteração ter efeito.

Uma mudança que não aparece na interface, agora um Dashboard com nenhuma View não é mais exibido, isso é para evitar criar expectativa no usuário sobre alguma coisa que estiver sendo implementada e não disponibilizada.

E por último, para facilitar a edição dos Dashboards, ao Incluir ou Editar um Dashboard existente, junto das Views, foram adicionados três ícones para Visualizar a View, Editar ou Clonar.

Talvez o mais relevante para o dia a dia seja a opção de Visualizar a View, essa opção abre um pop-up com um Preview da mesma, permitindo saber qual gráfico será exibido no Dashboard antes de salvar o mesmo:

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