Gestão à Vista: das Olimpíadas para o setor de saúde

Como você sabe que time está ganhando em um jogo de basquete? Em jogos rápidos e dinâmicos, com dezenas de pontos para cada lado, a única forma de acompanhar a pontuação é através do placar, pois qualquer distração pode fazer você perder a contagem.

Então por que, no seu dia a dia, você não tem um placar para saber se está “ganhando” no seu trabalho? Como você pode chegar do almoço ou de uma reunião e saber se a equipe “pontuou” enquanto estava ausente?

A semelhança entre um jogo de basquete e o dia a dia das organizações é enorme, centenas de eventos acontecem a cada hora (telefonemas, e-mails, clientes atendidos, internações, exames, entrega de mercadorias), que demandam equipes grandes, multidisciplinares e com tarefas bem específicas.

 

Imagem publicada pela Revista HealthCare Management

Normalmente, as empresas estabelecem os pontos de controles para todas essas tarefas e pessoas, através de sistemas de ERP ou CRM, mas falham com os indicadores para acompanhamento, deixando a equipe trabalhar sem necessariamente garantir que o trabalho correto está sendo feito.

Assim, como o placar nos jogos, um quadro para gestão à vista pode nos mostrar se estamos “ganhando”, indicando se o trabalho executado está na direção correta, atingindo os objetivos estipulados.

Só que os quadros de gestão à vista em lousas ou papel impresso não mostram as informações dinâmicas que acontecem no dia a dia, normalmente só o que já aconteceu, mas o passado não se muda. Por isso, os quadros de gestão à vista têm sido substituídos por monitores e TVs, com indicadores atualizados em tempo real (em intervalos de minutos ou até segundos), de forma que a informação esteja sempre atualizada. Assim, o objetivo continua o mesmo: mostrar o “placar” do que está acontecendo na empresa, agora atualizado automaticamente.

Um aspecto importante a ressaltar é que os indicadores não servem apenas para os gestores, mas também para a própria equipe saber sobre seu desempenho. Alguns painéis podem ser projetados para que cada indivíduo saiba sua performance e possa comparar com outros membros da equipe, isso pode ser usado para uma competição interna.

Também podem ser programados para apresentar para a equipe os pontos de atenção, como processos que estão atrasados com SLA estourando, fora dos padrões, que afetarão a qualidade do serviço ao cliente, permitindo à equipe visualizar os problemas a fim de solucioná-los.

Um fator crítico de sucesso para a implantação dos painéis é determinar os indicadores que são realmente importantes para os colaboradores que irão visualizá-los. Exibir o tamanho da fila no PA para o gestor de compras ou mostrar indicadores de faturamento para o gestor de TI não é relevante.

Mas temos que tomar mais cuidado ainda com indicadores referentes à área de atuação da pessoa, mas que não necessariamente contribuem para tomada de decisão, por exemplo, indicar a quantidade de procedimentos realizados não é relevante sem um contexto. Esses indicadores precisam estar divididos e classificados com uma base de comparação para entender se estão dentro ou fora dos padrões, alguns formatos que os tornariam mais úteis:

  • Quantidade de procedimentos realizados no dia, versus a quantidade realizado a 7 dias atrás, comparando o mesmo dia da semana para entender se houve mudanças na demanda;
  • Quantidade de procedimentos realizados por tipo, com um indicador de meta ou da média geral;
  • Quantidade de procedimentos realizados por colaborador, por equipamento ou por sala, é útil para medir a produtividade dos mesmos.

Assim como num jogo de basquete, o placar deve informar apenas as informações relevantes para a partida, como tempo restante da partida e pontuação. Existem dezenas de outras métricas que não são relevantes para os jogadores, para o técnico e para o público durante a partida (faltas cometidas, quantidades de passes, quantidade de arremessos, quantos quilômetros cada jogador correu durante o jogo), mas são relevantes para o campeonato ou para a carreira do atleta, então cabem ser analisados separadamente, durante reuniões estratégicas e específicas; disponibilizar esses indicadores  durante a partida pode ter o efeito contrário, fazendo o jogador ser menos produtivo pelo excesso de informação.

Assim também acontece com os indicadores da empresa, enquanto o pessoal operacional precisa de informações para tomada de decisão rápida no dia a dia, visões mais abrangentes e estratégicas devem ser tratadas em análises isoladas, possivelmente com outras pessoas de outra hierarquia dentro da organização.

Para a implementação de painéis de gestão à vista, a Blue Solutions desenvolve o sistema Business Monitor para a criação de painéis (Dashboards) com indicadores (KPIs) em tempo real. Com amplo conhecimento na área de Saúde, temos ajudado nossos clientes a melhorar a eficiência operacional nos mais diversos setores.

Além disso, nosso sistema Profex Monitor – responsável pelo monitoramento da infraestrutura de TI, a partir do qual nossa equipe de NOC e Serviços Gerenciados pode atuar de forma proativa – permite integração com o Business Monitor para a criação de painéis personalizados, trazendo uma visão mais próxima do negócio para os ativos da TI e ajudando a mesma a se aproximar do negócio.

Conte conosco para seus projetos e para ajudar a TI a se tornar mais estratégica.

Saiba mais sobre o Business Monitor >>

Autor: Fernando Ulisses dos Santos, Diretor de Tecnologia e Desenvolvimento da Blue Solutions.
Publicação: Revista HealthCare Management, 43ª Edição; Outubro/16; páginas 218-221.

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Previsões de Segurança para 2015: Socorro! Chamem o médico da TI. Meu Hospital está sendo atacado outra vez!

O setor de saúde terá um aumento substancial nas campanhas de ataques de furto de dados.

“A indústria de saúde é um dos principais alvos para os cibercriminosos. Com milhões de registros de pacientes agora em formato digital, o maior desafio do setor para 2015 será impedir que as informações pessoais de identificação escapem por lacunas na segurança e caiam nas mãos de hackers”, diz Carl Leonard, principal Analista de Segurança da Websense® Security Labs.

De acordo com o Identity Theft Resource Center, os registros de saúde foram responsáveis por 43% das principais violações de dados reportadas em 2013. Registros médicos e dados de pacientes são alvos lógicos para os criminosos digitais. Os registros de saúde representam um tesouro repleto de dados valiosos para um atacante. Nenhum outro tipo de registro único contém tantas Informações Pessoais Identificáveis (PII, Personally Identifiable Information) que podem ser usadas em uma infinidade de ataques de acompanhamentos diferentes e variados tipos de fraude. Os registros de saúde não contêm apenas informações vitais sobre a identidade de uma pessoa (nome, endereço, seguro social), mas também com frequência estão vinculados a informações financeiras e de seguros. O acesso a PII permite que um atacante cometa fraudes de identidade, enquanto as informações financeiras podem levar à exploração financeira. Trata-se de uma área de ataque secundária lógica e lucrativa para cibercriminosos já atuantes no roubo de dados de cartões de crédito.

Profissionais de saúde também estão em risco. Com frequência, eles tendem a contornar políticas de segurança de TI para atender melhor os pacientes. Em uma emergência médica, as apostas não poderiam ser mais elevadas. Quando um médico ou enfermeiro precisa dos recursos do computador para acessar dados porque a saúde de um paciente está em risco, a política de TI fica em segundo lugar em relação à saúde do paciente. No calor do momento, esse comportamento pode elevar os riscos de ameaças digitais ou resultar no acesso e armazenamento de informações confidenciais sem segurança.

Isso também ocorre em ambientes do setor de saúde que estão em transição dos registros para o formato digital e eletrônico. Embora tenha ocorrido um grande impulso político para tal migração digital dos registros, a segurança de hospitais e nos cuidados médicos (especialmente em consultórios menores) ainda não está atualizada ao desafio de proteger os dados valiosos de pacientes.

Como resultado, os ciberataques direcionados às organizações de saúde manterão rápida ascensão em frequência e êxito.

Faça o Download do Relatório de Previsões de Segurança para 2015 da WebSense® Security Labs

Fonte: Relatório: Previsões de Segurança para 2015 da WebSense® Security Labs.
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Blue Solutions patrocina The LatAm Healthcare IT Summit 2014, em São Paulo

A Blue Solutions participará como patrocinadora do The LatAm Healthcare IT Summit 2014, que acontecerá em São Paulo nos dias 3 e 4 de abril.

Organizado pela Fleming Gulf, o evento traz palestrantes de peso, como Augusto C. Gadelha Vieira atual Diretor do DATASUS, Murilo Contó atual Ministro da Saúde no Brasil, Marco Antonio Gutierrez, Claudio Giulliano Alves Da Costa, entre outros.

Com crescimento sem precedentes na adoção da tecnologia e da transformação digital que varre a área da Saúde, o evento trará as melhores inovações locais e globais na área de TI em saúde para São Paulo, contará com participação exclusiva das principais partes interessadas de todos os setores da saúde da América Latina.

O evento foi adaptado para fornecer estratégias e soluções implementáveis ​​para os principais desafios enfrentados em sistemas de informação de saúde na América Latina. Com alto nível de apresentações, painéis de discussão altamente interativos e conteúdo focado, você vai ouvir os principais stakeholders e líderes de TI de Saúde compartilharem suas experiências, desafios e lições aprendidas na realização de alguns dos maiores projetos na Região.

Será realizado no Caesar Park & Caesar Business Faria Lima, mais detalhes e inscrições no site do evento.

Veja também a agenda do evento.

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