Business Monitor versão 1.8.8 traz Super Tabelas

A nova versão do Business Monitor trouxe diversas evoluções nas tabelas, permitindo formatações das mais diversas, além de recursos de cálculos automatizados, listaremos aqui as principais funcionalidades com alguns exemplos:

Formatações para texto e números
Agora é possível escolher diversos tipos de formatação para os campos, os mais relevantes são os de data e hora que trazem o formato local para os campos do banco de dados, mas também temos opções para alterar letras em maiúsculas e minúsculas, uma opção para truncar textos muito longos (onde é possível parar o mouse sobre o texto para ver por inteiro), além de abreviar números grandes (1000 vira 1k, 1.000.000 vira 1m)

Prefixo e Sufixo

A formatação de moeda já adicionava o sinal da moeda como prefixo, agora é possível personalizar e adicionar sufixo e prefixo personalizados, pode-se usar textos ou símbolos comuns, no exemplo abaixo estão destacados os mesmos:

Cores de frente e fundo e estilo da fonte
A formatação de cada campo agora aceita cores de frente e de fundo, é possível deixar as tabelas com um aspecto bem personalizado com isso:
Também é possível definir estilo (negrito, itálico, normal) e tamanho da fonte:

Rotação de Cabeçalho
Isso já era possível fazer nos gráficos, agora é possível fazer nas tabelas também:

 

Exibição gráfica dentro da tabela
A partir do valor do campo, pode-se exibir o valor calculado como porcentagem do total (todos os valores são somados e dividido pelo valor do campo), como um círculo com tamanho proporcional ao valor, ou como uma barra também com tamanho proporcional ao valor.
No exemplo abaixo, o campo Valor é representado na frente de três formas diferentes. Fica claro a importância das linhas 2 e 3 frente às demais de forma bem visual.

 

 

 Sumarização automática

Um recurso solicitado pelos usuários, agora é possível executar as funções aritméticas básicas ao exibir a tabela. Estão disponíveis funções para: Contar a Quantidade, Somar e calcular Média, Máximo, e Mínimo de um campo.

É possível escolher o que exibir a cada campo:

 

Busca, Reordenação e Paginação no Drill Down
Ao clicar sobre um valor para expandir (drill down), ou ao pedir para visualizar os dados da tabela, é possível habilitar funções de Busca, Reordenação e Paginação.
Com isso a visualização no pop-up fica mais fácil, permitindo localizar valores caso necessário.
E xportação CSV
Também habilitamos o recurso de exportar os dados do gráfico ou tabela para CSV.
Agrupamento por Múltiplos Campos
Agora é possível agrupar por mais de um campo, e escolher funções de sumarização individuais para cada campo, inclusive temos funções novas.
Ordenação por Múltiplos Campos
Está disponível também ordenar por múltiplos campos.
Exibição dos Últimos X registros
Outra funcionalidade requisitada por clientes, antes permitíamos limitar aos primeiros X registros, agora é possível limitar os últimos X registros, isso evitar ter que fazer uma listagem em ordem reversa para obter o resultado.
Todas as funcionalidades estão disponíveis, basta atualizar a versão conforme consta no manual.
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Evento B.I. & Big Data Summit

Irá acontecer nos próximos dias 14/março a 20/março o evento BI & Big Data Summit, um conjunto de palestras sobre Business Intelligence e Big Data, focando em carreira, negócios, ferramentas, metodologias e implantação.

Nosso diretor Fernando Ulisses dos Santos é um dos palestrantes, e irá falar como alguns clientes do Business Monitor tem entregado informação para tomada de decisão pelos níveis operacionais e táticos.

Inscreva-se e assista essa e outras palestras.

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Business Monitor versão 1.8.6 liberado!

Liberamos para download a versão 1.8.6 do Business Monitor.

Essa versão traz Campos Calculados na View, isso permite fazer alguns cálculos dentro do gráfico, e também definir valores estáticos para traçar gráficos, como Metas.


Clientes com a versão Linux ou da Máquina Virtual podem atualizar via comando “yum update”, já quem tem instalado no Windows precisa baixar a versão nova e instalar por cima.

Também tivemos pequenas correções de bugs, principalmente na versão Windows, veja o log completo de alterações.

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Quantos Terabytes de Dark Data sua empresa tem acumulado?

Dark Data é um termo menos conhecido e não tão glamouroso como Big Data, mas muitas empresas tem coletado esse tipo de informação e gasto muito dinheiro armazenando, sem necessariamente fazer uso das mesmas.

A maioria das empresas tenta acumular todas as informações transacionais possíveis de um cliente, e concentram suas análises nesses dados, tais como históricos de compras, endereços fornecidos, números de cartão, mas muitos outros dados são coletados nesse processo e nem sempre são considerados, como, por exemplo, o horário em que determinado cliente acessa, se a conexão era mobile ou desktop, ou mesmo a localização física onde o cliente fez a compra.

Os dados considerados como Dark Data são um subproduto na aquisição dos dados transacionais, muitas vezes armazenados, mas poucas vezes considerados na solução de problemas e detecção de padrões. São dados armazenados muitas vezes para comprovar que uma determinada ação ocorreu, mas que são obsoletos do ponto de vista operacional da empresa.

Alguns exemplos de Dark Data:

  • Dados gerais de clientes
  • Dados de compras já entregues
  • Dados de pedidos já recebidos
  • Arquivos de logs
  • Extratos de contas
  • Dados de ex-empregados
  • Declarações financeiras
  • Dados brutos de pesquisas (respostas)
  • E-mails antigos
  • Anotações ou apresentações
  • Versões anteriores de documentos relevantes

Enfim, a geração desse tipo de informação não tem fim.

Quais os perigos?

Muitas vezes algumas dessas informações são sensíveis e devem ser protegidas contra violação, vazamento e perda como outras informações, isso implica em altos custos para manter esses dados nem sempre relevantes.

Também tem a tendência de se acumularem muito rapidamente e com isso aumentar os custos de processamento, armazenamento e backup dessas informações, prejudicando performance em sistemas críticos de maior relevância mesmo que esses dados não sejam utilizados

Quais as oportunidades?

Com esse tipo de informação muitas questões do negócio podem ser respondidas, por exemplo:

  • Existem clientes que compram em lojas do mesmo grupo em diferentes localidades?
  • Eles compram os mesmos produtos nessas lojas?
  • Existe um horário ou dia da semana em que determinado cliente costuma comprar?
  • Existe um horário que um determinado cliente lê nossos e-mails? Isso coincide com a compra? Será que se aproximarmos o horário que enviamos o e-mail com o horário que ele normalmente compra, ele passará a comprar mais?
  • Nossos servidores de e-commerce tem entregado todas páginas com alta performance? A taxa de fechamento das vendas está relacionado com a performance das páginas? Existe alguma região do país onde a performance é baixa? Compensa colocar um servidor mais próximo desses clientes para melhor atendê-los?
  • Existem clientes de uma determinada região que tem demandado mais serviços que os demais? Nessa região existe algum fator crítico de infraestrutura que nos impede de atender bem o cliente? É possível reverter isso?

Case prático

Um exemplo prático ocorreu com a Gate Gourmet, uma empresa que presta serviços de alimentação para companhias aéreas na Suíça. A Gate Gourmet tinha uma baixa taxa de satisfação entre os funcionários.
Depois de analisar dados demográficos entre os funcionários que haviam saído da empresa, descobriram que boa parte da insatisfação poderia estar relacionada com a distância de moradia dos funcionários aos aeroportos e os meios de transportes disponíveis.
A Gate Gourmet mudou seu processo de contratação depois disso, passando a levar em conta esse tipo de informação e viu seus índices melhorarem significativamente.

E para sua empresa?

Claro que ninguém vai começar a levantar novas questões e descobrir novas constatações do nada, é preciso iniciar um processo de análise de dados, gestão a vista e descoberta de dados com uma ferramenta de Business Inteligence, com suporte a Data Analytics e Data Discovery.
Talvez os primeiros passos sejam confusos, inseguros e tortuosos, mas a prática leva a perfeição, então o primeiro passo é começar.

 

Leia também esse artigo da IDG Connect: What awaits discovery within ‘dark data’?

 

Referência do case: IDG Connect

 

 

Sobre o autor
Fernando Ulisses dos Santos
Diretor de Tecnologia na Blue Solutions
Especialista em Segurança da Informação
Certificado VCP-DCV, VCAP-DT, VCP-DT

 

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De 50 para 10: Mude de KPIs estáticos para Tempo Real

Um estudo recente do Instituto de Performance Avançada (The Advanced Performance Institute)
denominado “20 anos de Mensuração e Gestão da Performance dos Negócios” (20 Years of Measuring and Managing Business Performance) revelou que menos de 20% das empresas afirmam que obtém conhecimentos regulares (geralmente usando Indicadores de Desempenho ou KPIs – Key Performance Indicators), que melhoram dia a dia as tomadas de decisões em todos os níveis.

O mesmo estudo mostra que a alta administração parece se beneficiar, mas não todos. Porque é assim?  De acordo com minha experiência isso se origina do fato que os KPIs foram feitos para as “Reuniões Mensais de Diretoria” – contendo 50 slides da plataforma de Gestão de Processos e Negócios. Para melhorar o dia a dia das tomadas de decisões em todos os níveis, as organizações precisam repensar os KPIs e focar na redução do número de KPIs, enquanto movem estes do estático para KPIs em tempo real.

Há três pontos para considerar quando se repensa sua estratégia de KPI e muda de estático para tempo real:

Maturidade do KPI em Tempo Real

A organização está pronta para acompanhar KPIs em tempo real? As questões chave são:

  • Pessoas específicas dentro da sua organização podem manusear e gerenciar essas métricas?
  • Os recursos de base de dados na qual os KPIs são derivados podem ser acessíveis?

Um modo de avaliar isso é a empresa definir os KPIs, a origem e a frequência de atualização e avaliação. Uma vez que se tenha esse “KPI Inventory” (“Inventário de KPIs”), estes podem ser agrupados por organização (usuários de KPIs) e atualizar/revisar a frequência para melhor determinar como redesenhar as métricas de negócios, que é outro ponto a considerar.

Redefina as métricas do seu negócio

Isso pode incluir KPIs mais novos e/ou a frequência de atualização e uso. KPIs trimestrais podem migrar para mensais, mensais para semanais, semanais para diários e diários para tempo real? Usando os critérios de maturidade acima, os dados que alimentam esses KPIs podem ser acessados nessa base? A visibilidade e/ou habilidade de reagir para seu novo conjunto de KPIs em tempo real podem conduzir melhor valor do negócio? Finalmente, a sua organização pode lidar com esses KPIs em tempo real?

Dois exemplos de como redesenhar as métricas do seu negócio:

Novos Tipos de Indicadores de Performance – KPIs

Enquanto a rentabilidade é normalmente mensurada em base trimestral ou mensal em nível corporativo, as organizações podem melhor conduzir a rentabilidade entendendo isso como um produto “custo por”, como é no estágio da manufatura/industrial. Alguns produtos onde os rendimentos ou flutuações na qualidade da matéria-prima aumentam ou reduzem os custos, podem ter um impacto real na lucratividade da empresa. Quando todos os produtos são gerenciados pelo “custo-por” KPIs em toda a organização e em tempo real, fatores da lucratividade da empresa podem ser melhor entendidos.

Um KPI que conduz valor de negócio vai de semanal a tempo real

Em algumas cadeias de abastecimento onde a conformidade ambiental pode ser um grande fator, ambos em termos de rentabilidade/lucratividade em percepção pública, gerenciando KPIs tais como a taxa de reciclagem dos resíduos, marcas de carbono e de água em nível de tempo real pode permitir as organizações gerenciar melhor suas métricas verdes.

Mantenha isso simples e breve (KISS – Keep it Short and Simple)

Informação em tempo real permite reduzir o número de KPIs usados para se gerenciar um negócio. Os 50 slides de BPM em muitos casos não são necessários. Enquanto KPIs em tempo real podem beneficiar todos em uma organização, cada membro do time precisa manter o foco específico pertinente a sua função, nível e capacidade para responder a KPIs em tempo real. Portanto, simplificações precisam ter o lema: curto, simples e fácil de acessar e revisar.

Em resumo, reduzindo e migrando alguns KPIs para tempo real, benefícios podem ser dirigidos para o seu negócio através da força de todos os níveis de uma organização e melhorias diretas na cadeia de suprimentos.

Fonte: John Oskin, Sage Clarity. Tradução: Patricia Trevisan

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DrillDown? Sim, nós temos com o Business Monitor 1.8.0

A nova versão do Business Monitor traz o recurso de Drill Down.

Com o Drill Down é possível clicar em um valor dentro do gráfico e visualizar os dados que compõem esse gráfico, como na imagem abaixo:

Isso permite explorar os dados que compõem um determinado gráfico, como no exemplo acima, o gráfico indica os valores a receber por dia, e ao clicar sobre um dos componentes do gráfico, ele exibe exatamente quais serão os valores recebidos.

Confira o Drill Down em operação no site de demonstração.

Junto com essa atualização, também foram atualizados todos os principais componentes, o que abrirá várias possibilidades futuras.

Bugs corrigidos:

  • Ao gerar uma tabela com componente tipo link, caso o link fosse vazio, era gerado um link inválido apontando para o próprio BM.
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Nova versão do Business Monitor 1.7.2

Lançada a nova versão 1.7.2, essa nova versão traz as seguintes funcionalidades:

Exportação e Importação de Configuração

Agora é possível exportar e importar objetos de configuração, como DataSources, RecordSets, Views e Dashboards.

Assim é possível para desenvolvedores trabalharem em um ambiente de teste separado do ambiente de produção, exportar o trabalho feito e depois importar no ambiente de produção.

Também facilita para parceiros de desenvolvimento a entregar mais indicadores para seus clientes.

Preview da View

Na listagem das Views, agora é possível ver a mesma sem necessidade de incluir a mesma em um Dashboard.

Isso facilita a configuração para implantação, pois é possível ver mudanças na configuração sem expor a mesma para usuários.

Outras alterações menores:

  • Ao desativar uma View, ela passou a ser oculta do Dashboard
  • Corrigido bug com o símbolo de “+” no novo editor de queries
  • Detecção automática do idioma do navegador do cliente
  • Melhor tratamento de erro em todas as etapas de configuração, com exibição de mensagem de erros mais amigáveis
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Nova versão do Business Monitor 1.6.7

Foi lançado nessa última segunda-feira a versão 1.6.7 do Business Monitor.

A principal mudança foi melhoria no editor de SQL, agora o mesmo apresenta as linhas numeradas e é capaz de reconhecer o código SQL, deixando o mesmo mais fácil de compreender como pode ser visto no exemplo abaixo:

Também foi feito uma correção de bug referente a conexão com base de dados SQL e PostgreSQL, que apresentava erro dependendo do charset preenchido.

Para os clientes que gerenciam o próprio servidor, o procedimento de upgrade é bem simples, basta acessar a máquina virtual e executar:

yum update bm

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BI em Radiologia: definindo os KPIs

Vimos no primeiro artigo da série Business Intelligence em Radiologia (leia o artigo aqui) como um serviço pode avaliar sua saúde através do uso de KPIs (Key Performance Indicators), uma ótima maneira para se definir e medir quantitativamente o progresso em relação a metas estabelecidas. Essas metas, quando alinhadas com a visão e missão da organização, permitem que os radiologistas criem um plano operacional para entregar resultados que ajudem a organização a cumprir sua estratégia para o sucesso.
A radiologia e demais setores do healthcare podem se beneficiar muito do uso desses indicadores, pois possuem processos em geral bastante difíceis de serem medidos, por exemplo, os que envolvem controle de qualidade.
A elaboração dos KPIs deve ser um esforço conjunto entre representantes de todos os stakeholders da organização, pois assim será possível desenhar os indicadores que melhor representem suas ambições.
Vou tentar ilustrar com um exemplo. Suponha que seu serviço seja focado em oferecer excelência em atendimento. Se isso for uma das missões do grupo certamente existirão metas que direcionem as melhorias em atendimento ao cliente do serviço, como por exemplo, diminuir o número de reclamações em 20%, ou reduzir a taxa de extravasamento de contraste em 30%, reduzir o tempo de espera, etc. Uma vez mapeada as metas, a definição dos KPIs torna-se quase óbvia: número de queixas/ano ou porcentagem de extravasamentos a cada 100 exames ou tempo entre a chegada do paciente e o início do exame.
Outro cenário. Seu departamento passa por um momento em que os gestores estão cobrando o (famigerado) “aumento de produtividade”. Ok, quais são as metas? Aumentar o número de exames realizados? Ou o número de laudos semanais de cada radiologistas? Perceba que para definir os melhores indicadores, os gestores precisam conhecer bem sua operação. Se os radiologistas já laudam o bastante, talvez não seja a melhor ação cobrar mais laudos. O problema pode estar na baixa taxa de ocupação de determinada sala de exame, ou a lentidão do staff em posicionar os pacientes. Esses problemas são passíveis de monitorização através de KPIs específicos: tempo de exame, tempo de sala, tempo de preparo, etc.
Recomendo a leitura do excelente artigo de Abujudeh et al, do MGH, Key Performance Indicators for Measuring and Improving Radiology Department Performance (RadioGraphics 2010; 30:571–583). No texto, o autor descreve como seu departamento estruturou o processo de elaboração e definição dos KPIs, em conjunto com a administração do hospital, afim de garantir que o programa de BI do departamento de radiologia de fato entregasse valor a toda a organização. Além disso, mostra como os indicadores devem ser periodicamente reavaliados, afim de readequá-los às novas metas e tendências do time, eventualmente sendo substituídos por outros indicadores ou até mesmo excluídos, caso uma meta já tenha sido comprovadamente e consistentemente batida.
Na próxima coluna vamos falar sobre o Turnaround Time, talvez um dos indicadores mais importantes da radiologia: por que seu uso no Brasil ainda é baixo?
Refs:
Quality Initiatives: Key Performance Indicators for Measuring and Improving Radiology Department Performance
Hani H Abujudeh, MD, Rathachai Kaewlai, MD, Benjamin A Asfaw, MHSA, and James H Thrall, MD
Artigo original de Thiago Julio, MD, publicado no Jornal da Imagem.
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Lançamento Business Monitor

É com muita alegria que anuncio o lançamento de um novo produto da Blue voltado para exibição de Indicadores de Negócios e KPIs, o Business Monitor.

Ele nasceu de uma necessidade interna para uso de indicadores de gestão a vista. Embora já usássemos um software de BI de mercado, a complexidade de operação e os custos impediam de usar em toda a empresa de forma generalizada (leia mais sobre essa história nessa outra matéria).

Com isso, decidimos desenvolver um produto que criasse alguns indicadores simples para disponibilizar para todos os funcionários.

Quando colocamos os primeiros indicadores à vista em uma TV, vários clientes que nos visitaram começaram a pedir os mesmos indicadores. Com isso percebemos que era uma necessidade comum de muita gente e resolvemos profissionalizar o produto para oferecer ao mercado.

Depois de alguns clientes BETA, estamos finalmente lançando o produto.

Se você quer saber mais o que o produto faz, pode visitar o site nesse link.

Para ver o produto em funcionamento com algumas ideias de Dashboards e Indicadores, pode visitar a demonstração do produto nesse link. (usuário: demo, senha: demo)

Iremos disponibilizar turmas de treinamento presencial na Blue e online, por enquanto, veja uma apresentação comercial do produto nesse link.

Uma versão de Avaliação estará disponível em breve, deixe seu cadastro abaixo para receber notícias.

Download da Versão de Avaliação!

PS. nessa outra matéria do Blog eu falo sobre os indicadores de TI que usamos aqui na Blue, todas as capturas de tela foram feitas usando o Business Monitor.

Sobre o autor
Fernando Ulisses dos Santos
Diretor de Tecnologia na Blue Solutions
Especialista em Segurança da Informação
Certificado VCP-DCV, VCAP-DT, VCP-DT
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