Ingram Micro passa a distribuir soluções da Dell no Brasil

A Ingram Micro, distribuidora de soluções de TI, assinou acordo com a Dell para distribuição de todo o portfólio da companhia no Brasil, de computadores a produtos corporativos. As empresas já tinham parceria há cerca de quatro anos no México, englobando a América Latina, e agora ampliam a aliança para o País. “Temos o objetivo conjunto de crescer no mercado nacional com metas agressivas”, explicou Rafael Schuh, diretor de Canais da Dell Brasil, ao comunicar a novidade para jornalistas em São Paulo.

Atualmente, de acordo com o executivo, 350 canais estão credenciados para atuar como distribuidores da Dell. Ao unir-se à Ingram, a fabricante passa a ter sob seu alcance 11 mil revendas. Diego Utge, diretor-geral da Ingram Micro Brasil, não detalhou qual será o número de parceiros que passarão a atuar na oferta Dell em um primeiro momento, mas afirmou que a receptividade tem sido ótima e a expectativa é positiva.

Fonte: Site ITFORUM365

Segundo Utge, a Ingram passará a contar uma área dedicada aos produtos Dell, a oitava da distribuidora, além de um time focado nas soluções da fabricante. Agora, os profissionais estão sendo capacitados para melhor atender ao mercado. “A ideia é que o time esteja focado para que a experiência do usuário seja boa”, relatou.

Ainda que o mercado apresente sinais de cautela em razão da economia, as companhias estão confiantes. “Alcançamos a primeira posição em PCs na história da Dell em um mercado que tem enfreado dificuldades. Esse cenário mostra o vigor de uma empresa que tem uma estratégia de longo prazo. Investimos no Brasil e acreditamos que a parceria com a Ingram vai mudar o posicionamento da Dell daqui para frente”, observou Luis Gonçalves, presidente da Dell Brasil. Utge completou dizendo que o cenário de atenção não limita as ações. “Continuamos crescendo e acelerando investimentos no País. Vemos crises como oportunidade.”

Investimento em canais
Globalmente, cerca de 40% da receita da Dell vem de parceiros, segundo Schuh. Gonçalves conta que no Brasil o quadro é bastante parecido. O executivo relata que os canais, no geral, têm tido grande aceitação em toda a cadeia da organização, mais até do que era esperado.

A fabricante tem investido em parceiros, enxergando uma oportunidade clara de ampliar seus negócios. “Estamos crescendo no mercado indireto e queremos crescer ainda mais rápido”, pontuou Schuh. No final do ano passado, a Dell abriu 200 mil contas diretas para seus canais em um esforço de incluir a rede ainda mais em sua estratégia. Esse investimento, no entanto, não muda o posicionamento da empresa de contar com linhas diferentes para o varejo e o corporativo. “Já é dessa forma hoje”, lembrou o presidente da Dell Brasil.

No Brasil, em março de 2014 a Dell anunciou seu primeiro acordo com um distribuidor de soluções no Brasil: a Network1. “A parceria segue e vai bem”, sintetizou Schuh, completando que o mercado nacional é grande o suficiente para que a fabricante conte com mais de um distribuidor.

“Há espaço para todos. No ano passado, por exemplo, ampliamos a quantidade de pontos de vendas no Brasil em cinco vezes, somando mais de 2 mil lugares e não houve ‘canabalização’. Tudo o que é feito é com cautela, sempre com o objetivo de criar oportunidades”, finalizou o presidente da Dell Brasil.

Fonte: Site ITFORUM365
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Previsões de Segurança para 2015: Sua geladeira não é uma ameaça à segurança de TI. Sensores industriais são.

Os ataques à Internet das Coisas Termo em Inglês (IoT Internet of Things) terão foco em casos de uso
em negócios, e não em produtos de consumo.

Haverá pelo menos uma grande violação a uma companhia através de um dispositivo conectado à internet recém-introduzido, mais provavelmente com um controlador lógico programável ou outro dispositivo semelhantemente conectado, em um ambiente de fabricação.

Embora, muitas invasões em geladeiras, termostatos residenciais e carros tenham chegado às manchetes, a probabilidade de uma grande campanha de ataques usando itens residenciais conectados via Internet das Coisas é mínima. Com frequência, não há muita sofisticação nesses dispositivos “inteligentes” e usar esses itens para criar um ataque viável seria muito desafiador, considerando o estado atual da tecnologia.

Embora talvez seja necessário se preocupar com criminosos digitais derretendo a sua manteiga ou azedando o leite em sua geladeira, há pouca recompensa em ataques contra seus dispositivos domésticos conectados. Os criminosos estão com os olhos voltados para outros alvos.

A Internet das Coisas mudará significativamente o cenário de segurança de outras formas, com os principais desafios em IoT estando focados no uso comercial. Cada dispositivo conectado à internet aumenta muito o número de superfícies de ataque nas empresas. A Internet das Coisas deverá crescer muito e ser uma das principais fontes para as dores de cabeça de CSOs este ano, herdando as preocupações advindas do BYOD no passado.

Por exemplo, processos totalmente novos estão evoluindo rapidamente rumo à arquitetura da Internet das Coisas. Contudo, há uma grande probabilidade de que no mínimo uma dessas áreas observará tráfego de ataque, especialmente quando segurança não é uma prioridade para a maioria das inovações e porque nem tudo será revelado.

“A Internet das Coisas significa que produtos de consumo, de TVs a geladeiras, agora estão conectados digitalmente. Embora a empresa não precise temer as implicações de um aparelho doméstico interconectado, todo dispositivo, aplicativo e upgrade conectado à internet de um funcionário novo é um vetor de ameaças em potencial”, diz Charles Renert, VP, Websense Security Labs.

Muitos dos novos dispositivos IoT conectados na rede corporativa incluem compartilhamento de informações assistidos por máquinas. Esses dispositivos automatizam grandes indústrias para garantir que plantas operacionais, como usinas de energia, fábricas e plataformas de petróleo, funcionem sem problemas.

Quando se conecta um novo dispositivo a essas redes existentes e altamente complexas, eles podem ter outro tipo de protocolo de comunicação. Depois que aumenta o fluxo de comunicações nas empresas torna-se um desafio identificar qual tráfego é legítimo e o que pode ser um ataque de furto de dados. Como resultado, essa comunicação também pode passar sem monitoramento.

Além disso, o tempo de parada desses sistemas pode significar milhões em perda de receita. Portanto, os líderes das empresas não estão dispostos a tolerar essa possibilidade. Qualquer interrupção devido a um falso positivo de uma solução de segurança não será tolerado pelos altos executivos, o que significa que grande parte dessas comunicações entre máquinas também permanecerão desprotegidas.

Faça o Download do Relatório de Previsões de Segurança para 2015 da WebSense® Security Labs

Fonte: Relatório de Previsões de Segurança para 2015 da WebSense® Security Labs.
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Dell divulga Relatório de Tendências em Segurança da Informação: crescem ataques a pontos de venda e malwares

Estudo analisa os ataques mais comuns observados em 2014 e como as ameaças crescentes vão afetar as organizações ao longo de 2015.

A Dell, uma das maiores fornecedoras de soluções de TI do mundo, anunciou os resultados do Relatório Anual de Ameaças. O estudo se baseou em pesquisas realizadas, ao longo de 2014, pelo Dell GRID (Global Response Intelligence Defense) e nos dados de tráfego de rede dos equipamentos Dell SonicWALL. A partir das informações, colhidas em mais de 200 países – incluindo o Brasil -, a empresa mapeou os principais riscos à segurança da informação a que as empresas ficaram expostas no último ano, bem como quais as grandes tendências para 2015.

Entre as principais conclusões, o relatório identificou o surgimento de novos malwares (códigos maliciosos) voltados aos equipamentos usados em pontos de venda, um aumento do tráfego de códigos maliciosos dentro de sites criptografados (https), bem como detectou que, ao longo do último ano, dobrou o número de ataques a sistemas SCADA (para supervisão e aquisição de dados).

“Atualmente, praticamente toda empresa está ciente de que os riscos à segurança da informação existem e que eles podem trazer consequências catastróficas para as organizações”, afirma Vladimir Alem, Gerente de Produtos de Segurança da Dell para América Latina. “No entanto, os ataques tem crescido em volume e em sofisticação e, o pior, vêm afetando companhias em todo o mundo, independentemente do seu porte ou segmento de atuação. O que mostra que, apesar de terem consciência dos perigos, as empresas ainda não têm tomado contra medidas adequadas para evitar a atuação de cibercriminosos”, acrescenta.


Mais empresas expostas a ataques em sites que utilizam protocolo HTTPS

Por muitos anos, as instituições financeiras e outras empresas que lidam com informações sensíveis optaram pelo protocolo web HTTPS, que criptografa as informações compartilhadas. Mais recentemente, sites como Google, Facebook e Twitter passaram a adotar essa prática, em resposta a uma demanda crescente pela privacidade e segurança do usuário. “Inclusive o Google em seu serviço de busca, vem ranqueando positivamente os sites, que usam este tipo de tecnologia”, complementa Alem.

Embora essa mudança para um protocolo mais seguro para os sites seja uma tendência positiva, os cibercriminosos têm identificado maneiras de explorar falhas dentro do HTTPS com o objetivo de ocultar códigos maliciosos. Na prática, os criminosos virtuais usam a criptografia para trafegar os malwares e, assim, burlar os firewalls tradicionais.

O relatório aponta que os ataques de malware que utilizam sites criptografados já começaram a visar ambientes com grande tráfego de usuários. Como exemplo, em dezembro de 2014, uma página da Forbes foi sequestrada por hackers chineses para distribuir malwares durante três dias.

“Gerenciar ameaças contra o tráfego da web criptografado é complicado. Assim como a criptografia pode proteger informações financeiras ou pessoais sensíveis na web, ela infelizmente também pode ser usada pelos cibercriminosos para proteger um malware”, alerta o Gerente de Produtos, que aconselha: “uma forma de reduzir esse tipo de risco é através de restrições em navegadores de web baseados em SSL, aplicando exceções para aplicações de negócios mais comuns, com o intuito de evitar a perda de produtividade da empresa”.


Dobram ataques a sistemas SCADA

O relatório aponta para um aumento de 100% nos ataques voltados a sistemas SCADA (para supervisão e aquisição de dados), normalmente usados pela indústria para controlar equipamentos a distância e recolher dados sobre o desempenho dos mesmos. O principal ponto para esse tipo de ataque são as vulnerabilidades geradas por sobrecarga.

Na maior parte dos casos, os ataques tendem a ter uma natureza política, com o intuito de afetar a capacidade de operação de usinas de energia, fábricas e refinarias. Os especialistas em segurança da Dell que elaboraram o relatório apontam que esse tipo de ataque tende a crescer nos próximos anos. “Ainda não vemos regionalmente muitas notícias sobre esse tema, mas, as empresas precisam ficar atentas para esses dados – o número de ataques dobrou em apenas um ano”, analisa Vladimir.

Alerta para o varejo: ataques aos pontos de venda

Segundo os dados do Relatório Anual de Ameaças da Dell, em 2014, o setor de varejo foi um importante alvo de cibercriminosos, por conta de várias ameaças voltadas aos pontos de venda e que expuseram milhões de consumidores a negociações fraudulentas e colocaram em risco suas informações pessoais. No entanto, esse tipo de ataque tem crescido em vários segmentos da indústria.

Ao todo, a equipe de pesquisa de ameaças da Dell SonicWALL identificou 13 tipos de malwares em pontos de venda em 2014, contra apenas 3 em 2013. O que reflete em um aumento de 333% no número desse tipo de código malicioso.

Previsões para 2015

O Relatório de Ameaças da Dell também identificou as seguintes tendências e previsões para 2015:

• Mais organizações vão usar políticas de segurança que incluem a autenticação de dois fatores. Por outro lado, deve haver um incremento nos ataques contra esse tipo de tecnologia;

• O Android continuará a ser um alvo de cibercriminosos, com aumento de malwares e técnicas mais sofisticadas de ataques;

• À medida em que as tecnologias vestíveis se tornem mais difundidas, devem começar a surgir os malwares voltados a esse tipo de dispositivo;

• Moedas digitais, incluindo Bitcoin, continuarão a ser alvos de ataques:

• Os roteadores domésticos e equipamentos conectados, como sistemas de vigilância, serão alvos e vetores para grandes ataques DDoS.

Faça o Download do Relatório Completo!

Fonte: Segs, por Mathias Simon.

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Dell é Líder no Mercado de Servidores no Brasil pelo 10º Ano Consecutivo

A Dell foi indicada pelo IDC pelo 10º ano consecutivo como líder de mercado de servidores no Brasil.

O número é calculado com base em quantidades de servidores vendidos e faturamento. Estar na liderança por 10 anos seguidos indica uma clara preferência do mercado, tanto pelas tecnologias inovadoras, quanto pela facilidade de uso e suporte oferecido.

Representada pela linha Dell PowerEdge, os servidores Dell podem ser personalizados para cada aplicação em termos de disco, processadores e memória. Isso permite uma oferta mais justa e adequada para cada cliente, não ficando preso apenas em modelos disponíveis em estoque como em outros fabricantes.

Algumas das novidades recentes nos servidores Dell responsáveis por essa liderança de mercado que podemos destacar:

  • FreshAir – introduzido na geração anterior (12G) e com novidades na geração atual, permite ao servidor operar em temperaturas mais altas. Isso permite que o ar condicionado da sala de servidores seja configurado a alguns graus a mais, diminuindo o consumo de energia elétrica e mantendo uma sensação térmica mais agradável para os operadores.
  • Fontes com até 96% de eficiência – muito se perde em calor ao converter corrente alternada (disponibilizado pela operadora de energia elétrica) para corrente contínua (utilizada nos circuitos eletrônicos), as fontes com maior eficiência evitam a geração de calor durante esse processo, diminuindo o consumo e aquecimento.
  • Memória DDR4 – mais performance com menos consumo de energia elétrica.
  • OpenManage Essentials – suíte para gerenciamento, inclusa em toda oferta de servidores, que facilita a gestão dos mesmos.
  • Flexibilidade de uso de discos SSD, cartões SD para boot, ampla oferta de tamanhos e performance de discos e a personalização do servidor para cada aplicação, permitem obter o melhor desempenho com o melhor custo benefício.

Também na linha de Notebooks, a Dell foi líder de vendas no o último trimestre de 2014, demonstrando que mesmo nos mercados mais competitivos é capaz de executar um excelente trabalho.

Mais detalhes no site da Dell.

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Nova versão do Business Monitor 1.7.2

Lançada a nova versão 1.7.2, essa nova versão traz as seguintes funcionalidades:

Exportação e Importação de Configuração

Agora é possível exportar e importar objetos de configuração, como DataSources, RecordSets, Views e Dashboards.

Assim é possível para desenvolvedores trabalharem em um ambiente de teste separado do ambiente de produção, exportar o trabalho feito e depois importar no ambiente de produção.

Também facilita para parceiros de desenvolvimento a entregar mais indicadores para seus clientes.

Preview da View

Na listagem das Views, agora é possível ver a mesma sem necessidade de incluir a mesma em um Dashboard.

Isso facilita a configuração para implantação, pois é possível ver mudanças na configuração sem expor a mesma para usuários.

Outras alterações menores:

  • Ao desativar uma View, ela passou a ser oculta do Dashboard
  • Corrigido bug com o símbolo de “+” no novo editor de queries
  • Detecção automática do idioma do navegador do cliente
  • Melhor tratamento de erro em todas as etapas de configuração, com exibição de mensagem de erros mais amigáveis
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