Blue Solutions ganha premiação no encontro de Canais Dell PartnerDirect Summit 2014 – Latam Edition

De 19 à 21 de agosto de 2014, aconteceu o Dell Partner Summit 2014 – Latam Edition, em Miami, Florida. Esta foi a primeira edição reunindo canais de toda a América Latina.

O Dell Partner Summit 2014 – Latam Edition é o principal evento para parceiros Dell, oferecendo uma experiência interativa, durante a qual os canais puderam entender como crescer e ter sucesso com a Dell neste momento de transformação.

O evento contou com sessões sobre a estratégia por trás de produtos e soluções da Dell, a visão da Empresa para o futuro, o crescimento da Dell através de canais e da inovação conjunta com os principais parceiros de tecnologia, apresentadas por vários executivos, entre eles Diego Majdalani e Raymundo Peixoto, respectivamente Vice Presidente e General Manager da Dell America Latina e Vice Presidente e General Manager de Soluções Enterprise da Dell America Latina.

Tivemos a oportunidade de interagir pessoalmente com os principais executivos da Dell, com a diretoria dos times de vendas e especialistas de produtos de toda a América Latina, além de participarmos de uma mesa redonda com o General Manager da Dell Brasil, Luis Fernando Gonçalves e os General Managers da Dell México e Panamá, intermediada por Alvaro Camarena – Director Business Development & Channel Project Management Office da Dell América Latina“, conta Edgar Monteiro, Diretor da Blue Solutions.

Durante a conferência, a Blue Solutions foi novamente agraciada com algumas premiações, mas desta vez a nível nacional, ganhando os prêmios de Top Networking Channel Brasil e Melhor Canal Brasil com Venda através de Distribuição. Nada poderia nos dar maior satisfação do que ganhar premiações em uma empresa que foi reconhecida em 2014 como uma das mais éticas do mercado mundial, confirmando que a premiação é resultado de trabalho forte, baseado em nossos valores e focado no resultado de nossos clientes.

No resumo foi um evento espetacular que nos permitiu alinhar e nortear as estratégias futuras que certamente ajudarão ainda mais os nossos clientes a prosperarem ao longo dos próximos anos através das mudanças conceituais que a tecnologia vem sofrendo para entregarem mais segurança, produtividade e lucratividade“, segundo Edgar Monteiro, Diretor da Blue Solutions.


Contribuição do texto: Daniel Ortiz e Edgar Monteiro – Diretores da Blue Solutions presentes no evento.

Confira mais fotos do evento: facebook.com/BlueSolutionsBR
Read More

Em busca do cuidado perfeito.

O Lean Institute Brasil lança hoje, a partir das 19h, na Livraria Cultura, no Conjunto Nacional, na Av. Paulista, em São Paulo, o livro “Em busca do cuidado perfeito”, do médico oncologista Carlos Frederico Pinto, pioneiro nos estudos sobre lean na gestão da saúde no Brasil e diretor da rede de clínicas Instituto de Oncologia do Vale.”

Fundador da rede de clínicas do Instituto de Oncologia do Vale, no Vale do Paraíba, interior de São Paulo, o oncologista Carlos Frederico Pinto é um crítico enfático da gestão da saúde no Brasil. Desperdiçadora e, por isso, de má qualidade, diz ele, que há mais de 7 anos pesquisa a implementação do Lean, filosofia de gestão nascida na fabricante japonesa de automóveis Toyota, mas atualmente adotada por empresas de diversos setores.

Pinto, ao aplicar o Lean em sua rede de clínicas, obteve resultados positivos que incluem um aumento de mais de 170% na capacidade de atendimento. A experiência está sendo narrada pelo médico no livro Em busca do cuidado perfeito – aplicando lean na saúde, obra que tem como objetivo disseminar uma nova forma de pensar a gestão, eliminando desperdícios e melhorando o cuidado com os pacientes.

Segundo o autor, a obra é a primeira sobre a aplicação do Lean na gestão da saúde brasileira – as obras anteriores, diz, foram traduzidas de outros países – editada pelo Lean Institute Brasil, de São Paulo. Até então apenas livros e manuais de autores estrangeiros haviam sido publicados.

Há muito desperdício de recursos na gestão da saúde no Brasil? 

Carlos Frederico Pinto: O desperdício de recursos é hoje um problema grave no sistema de saúde. Certamente, 40% daquilo que se faz é desperdício. Pelo menos. Em alguns locais, muito mais. Esse desperdício ocorre de várias formas: exames e procedimentos desnecessários, uma quantidade assustadoramente grande de retrabalho gerado por cancelamentos e atrasos que exigem reiniciar todo um processo, repetições desnecessárias de entrevistas feitas por médicos e assistentes… Isso sem contar infecções adquiridas em hospitais – que é uma forma muito grave de desperdício, pois é um tratamento que não precisaria ser realizado se a pessoa não tivesse adquirido a infecção hospitalar – e também os erros médicos. Enfim, há uma enormidade de etapas e processos assistenciais que são absolutamente desnecessários e, portanto, são desperdícios de recursos. Poderiam ser simplesmente eliminadas ou prevenidas, como as infecções hospitalares. Assim, os custos cairiam muito e poderia haver mais atendimentos e com mais qualidade. Erros nos processos – incluindo os erros médicos e as infecções hospitalares – podem ser vistos só como desperdícios se não fossem algo muito mais grave: colocam vidas em risco. Mas todo esse desperdício é um problema, pois no sistema de saúde brasileiro o “cobertor” é curto, o sistema tem poucos recursos disponíveis para uma população que não para de crescer e, felizmente, envelhecer, pois nós estamos vivendo mais. O que implica também em mais gastos com saúde.

No setor público isso aumenta?
Pinto:
Não acredito que haja, nesse caso do desperdício de recursos, uma diferença grande entre setor público e privado. A cultura do desperdício é comum ao sistema de saúde. No privado, temos mais recursos disponíveis, é claro, mas talvez o desperdício seja também mais exuberante.

Sobre a prática de se exigir muitos exames, há uma “cultura” que estimula isso? Que diz que “médico bom é aquele que pede mais exames”?
Pinto:
Há sim, no sistema de saúde brasileiro, um volume grande de exames que são realizados sem necessidade, mas que geram uma quantidade de gastos desnecessários ao sistema. Isso ocorre porque consultas que são geralmente mal remuneradas induzem o médico a querer gastar menos tempo com o paciente. E uma maneira mais “fácil” de fazer isso é pedindo uma enormidade de exames. Outra maneira mais trabalhosa é realizando um exame clínico mais demorado, mais detalhado, uma entrevista cuidadosa e pedindo apenas os exames realmente necessários. Ao longo do tempo, os pacientes passaram a se sentir mais confortáveis com a ideia de ter ido ao médico e ter feito um check-up completo. Mas do ponto de vista clínico, isso talvez não tenha significado algum: não ajuda, nem atrapalha, mas custa muito mais caro ao sistema. O paciente fica com uma falsa sensação de segurança. Assim como o médico se sente mais “protegido” dos riscos legais de não ter feito um diagnóstico detalhado. Um exemplo muito comum disso na oncologia é o uso de cintilografia óssea para diagnosticar metástases nos ossos de pacientes com câncer de mama. A única indicação desse exame no acompanhamento dessas pacientes, após o tratamento inicial, é quando ela tiver alguma queixa de “dor nos ossos”. No entanto, milhares de pacientes fazem esse tipo de exame anualmente sem necessidade real.

Então, “gastar muito” não significa, necessariamente, melhor cuidado com a saúde?
Pinto:
Exatamente. Existe hoje um movimento nos EUA chamado “choose wisely” – que pode ser traduzido por “escolha sabiamente”, que busca refletir sobre isso. Há diversos tipos de exames complementares, como tomografias, densitometrias ósseas ou procedimentos clínicos ou cirúrgicos, que não melhoram a qualidade de vida dos pacientes, nem aumentam a chance de um diagnóstico precoce de alguma doença. Há também discussões sobre procedimentos que não melhoram a qualidade de vida dos pacientes. Por exemplo, a discussão corrente sobre operar ou não uma hérnia de disco lombar (problema de coluna). Muitos pacientes melhoram disso sem tratamento cirúrgico e muitos pacientes operados não melhoram nada, com uma diferença de custos de dezenas de milhares de reais.

E a burocracia típica dos hospitais com “papelada”: formulários, fichas, relatórios… Poderia ser minimizada?
Pinto:
Sim, poderia. Criar um “fluxo único” de informações no processo assistencial pode eliminar entre 50% a 60% desse tipo de papelada. Muito do que está sendo preenchido hoje nesse processo tradicional são apenas “dados” que já foram preenchidos por outra pessoa anteriormente. Mas as pessoas preenchem mais uma vez e mais uma vez e mais uma vez… É necessário, então, redesenhar o fluxo informacional da assistência à saúde para criar um processo mais enxuto, mais “lean”. E ainda existe uma ilusão, um pensamento mágico, de que informatizando o processo isso acaba. Bem, no nosso caso, em nossas clínicas do IOV, só piorou. E todo mundo que converso que informatizou seu sistema também acha que piorou. O ganho foi na maioria das vezes no processamento de contas, no faturamento, na contabilidade, mas raramente na assistência à saúde.

Como o Sistema Lean pode “liberar” o médico desses serviços administrativos para focá-lo no norte verdadeiro da medicina?
Pinto:
Quando entendemos quais são, efetivamente, as informações importantes e quais as que não são importantes, a gente consegue criar um processo que deixa a relação médico-paciente ou enfermeiro-paciente livre de processamentos informacionais que são desnecessários, de vai e vem, de movimentações desnecessárias. Esse tipo de repadronização, de reorganização do local de trabalho e dos processos aumenta substancialmente a disponibilidade do profissional de saúde de se relacionar com o paciente visando o que realmente importa: o cuidado.

Para se fazer essa mudança de gestão na saúde é também preciso mudar a mentalidade das pessoas que atuam nessa área?
Pinto:
Sim. A grande diferença de um sistema de gestão lean para um sistema tradicional é a forma de enxergar os problemas. Todos têm por objetivo cuidados melhores e mais qualidade nos processos. Mas num sistema de qualidade comum não fica claro que a principal causa da baixa qualidade está intimamente ligada ao desperdício. Enquanto um projeto lean foca em aumentar a qualidade ao mesmo tempo em que elimina custos desnecessários ligados ao desperdício, um projeto de qualidade comum pode, inclusive, implicar em aumento dos custos, impondo novos recursos ao sistema e que serão desnecessários. O modo de pensar lean é muito diferente. Uma das grandes qualidades do pensamento lean é o objetivo de tornar os problemas visíveis. E, além disso, promover um esforço diário para resolvê-los no ponto mais próximo da origem desses problemas, o que definitivamente melhora a qualidade do atendimento e reduz também os custos associados a esses problemas ou defeitos. Num sistema de gestão lean todos os envolvidos são “resolvedores de problemas”, todos participam do processo de qualidade. Além disso, no sistema lean há um claro esforço para padronizar e nivelar os processos, produzindo um “fluxo suave” no processo assistencial. Com a padronização, é possível investir em melhorar ainda mais os processos, e é possível também identificar mais facilmente os problemas, como um moto-continuo.

Há um movimento de aplicação do Sistema Lean na gestão da saúde no Brasil ou ainda são casos isolados?
Pinto:
Está se tornando um movimento, mas os casos mais avançados ainda são isolados. Mas eu tenho percebido que muita gente do setor está olhando para os resultados que alguns têm conseguido. Estão ganhando confiança em cima desses resultados e partindo para esses projetos. Então, eu acredito que nós estamos no começo de um novo movimento, sim. Lean é de fato uma forma de você olhar para o sistema de saúde de maneira inovadora. Isso já é realidade para muitas organizações nos EUA, na Escócia, no Canadá, na Austrália…

E na saúde pública brasileira? O Sistema Lean poderia ser adotado rapidamente?
Pinto:
Acho que o sistema público vai demorar a absorver esse pensando. Mas já há uma percepção de que isso é importante. Há uma resistência natural em aplicar o Sistema Lean na gestão da saúde, pois é um modelo de gestão que nasceu na Toyota, ou seja, vem da indústria automotiva. E isso cria resistências entre os profissionais da saúde que são de uma área bem distinta. Mas nós precisamos trabalhar para quebrar isso e mostrar que o modelo lean pode e deve ser aplicado em qualquer tipo de processo produtivo – incluindo na gestão da saúde.

Dr. Carlos Frederico Pinto
Instituto de Oncologia do Vale – IOV,
Hospital Regional do Vale do Paraiba – HRVP
https://www.linkedin.com/in/carlosfpinto

 

Read More

A saúde brasileira tem remédio!

O Brasil gasta em saúde o equivalente aos países desenvolvidos em porcentagem do PIB. Resta melhorar a gestão dos serviços.

Veja algumas manchetes das últimas semanas relativas ao sistema de saúde no país:
“Pacientes esperam 256 dias para marcar uma consulta com médico especialista no sistema público na cidade de São Paulo”. Na cidade mais rica do país, os pacientes aguardam meses para marcar uma consulta e esperam anos para realizar uma cirurgia.
“Planos de saúde dificultam o acesso de novos participantes pessoas físicas”.

Os planos de saúde individuais têm um controle de preços por parte do governo enquanto os planos coletivos são reajustados livremente. E seus preços têm crescido muito acima da inflação. Os planos parecem querer empurrar todos para os planos em que não há controles. E mais, as coberturas parecem ficar cada vez mais restritas.
“Saúde tem a pior avaliação com mais de 50%”. Pessoas consultadas em São Paulo respondem que a saúde é de longe o maior objeto de preocupação. Em seguida, vêm educação e corrupção. A segurança aparece com cerca de 5%. Em outros estados, a situação é semelhante, com a saúde tendo a pior avaliação.

Soma-se a isso as notíciais de corredores de pronto-atendimento lotados, pessoas morrendo nas portas de hospitais sem atendimento, ambulâncias que não podem ser utilizadas por falta de macas que se tornaram leitos móveis em corredores, pronto-atendimento da Santa Casa de São Paulo fechada por cerca de 30 horas, medicamentos jogados fora por terem superado os prazos de validade etc. São tantas e tão trágicas notícias que podemos parar por aqui.

De modo geral, há uma noção enraizada de que há falta de recursos. Reclama-se de tudo. De que não há pessoal, não há equipamentos, não há instalações, não há medicamentos.

Mas as causas são muito mais profundas. O Brasil gasta o equivalente aos países desenvolvidos em termos proporcionais do PIB, mas com resultados muito inferiores. Então, como se explica o fato do país empregar uma vasta quantidade de recursos para resultados tão pífios?
Simples. Há uma péssima gestão dos serviços que inviabiliza uma utilização adequada dos recursos existentes.

O que fazer então? Também simples, mas muito difícil. Transformar o sistema de gestão da saúde.
Não, não se trata de fazer todas as lideranças do setor passarem por um MBA tradicional. Isso terá pouco resultado prático, ao menos da maneira como esses cursos estão organizados hoje.

A alternativa que vem sendo adotada por um pequeno número de hospitais, ainda em caráter incipiente no Brasil e mais extensamente em outros países, é a adoção da gestão lean, que tem sido amplamente utilizada em vários setores da indústria e mais recentemente no setor de serviços.

Mas isso só vai acontecer se tivermos lideranças que façam algo diferente que trará resultado melhores. É o caso do Dr. Carlos Frederico Pinto, que nos últimos anos vem trabalhando com os colaboradores de clínicas de oncologia no Vale do Paraíba, em São Paulo.

Essa experiência aumentou significativamente o volume de atendimento, em alguns casos multiplicados por três, melhorou a segurança dos pacientes e colaboradores, reduzindo dramaticamente os erros e quase erros, e aumentou a satisfação dos pacientes, familiares e colaboradores. E isso utilizando os mesmos recursos existentes, mas transformando substancialmente a maneira de trabalhar e de gerenciar os serviços médicos.
Isso mostra que a saúde tem remédio. São novas práticas de trabalho e o novo sistema de gestão lean.

Essa experiência inicial foi documentada no livro “Em Busca do Cuidado Perfeito – aplicando lean na saúde”, cujo lançamento ocorrerá na Livraria Cultura, no Conjunto Nacional em São Paulo, na próxima segunda-feira, dia 25, às 19h.

Fonte: epocanegocios.globo.com
Autor: José Roberto Ferro, presidente do Lean Institute Brasil

Read More

Serviços Gerenciados de TI, vale a pena?

O Termo Serviços Gerenciados de TI ou IT Managed Service é um modelo inovador para administração do ambiente de TI. 

Este modelo prevê a terceirização do gerenciamento do ambiente de TI de forma que as organizações foquem seus esforços no negócio, gerando inovação e ganhando competitividade. Já é bastante utilizado em grandes corporações e a tendência é que as pequenas e médias empresas também se beneficiem deste modelo.

Na prática o que este modelo propõe ao mercado é uma forma viável para uma pequena ou média empresa dispor de uma equipe de TI altamente capacitada e certificada nas diferentes tecnologias existentes.
É extremamente difícil e custoso para as empresas manterem uma equipe de TI capacitada, quando se fala em tecnologia, as coisas evoluem muito rápido, as necessidades de treinamentos são cada vez mais constantes e manter um profissional atualizado nas diversas tecnologias de mercado acaba ficando inviável.


Com os Serviços Gerenciados de TI, uma empresa passa a ter em sua equipe técnicos especializados, não apenas na manutenção do ambiente, mas também atuando como consultores de tecnologia, analisando as tendências de mercado, propondo melhorias na estrutura, gerando mais segurança, disponibilidade, qualidade e inovação para a empresa.

Diversos indicadores de desempenho são gerados e avaliados constantemente, essa prática prevê necessidades de investimentos da infraestrutura atual, identifica rapidamente, elimina ou minimiza os riscos, ou seja, a TI deixa de ser reativa e passa a se tornar estratégica.

Localizado em Araras no interior de SP, o Centro de Operações da Blue Solutions é a unidade responsável pelos Serviços Gerenciados de TI, atualmente presta este serviço para cerca de 50 empresas de pequeno, médio e grande porte, o centro de operações conta com profissionais certificados nas principais tecnologias de mercado e provê para os clientes alternativas customizadas para atender os principais desafios da gestão de TI:

  • Garantir continuidade dos serviços.
  • Prover soluções de tecnologia que agreguem valor ao negócio da empresa.
  • Garantir níveis de serviço acordados com as necessidades do negócio.
  • Prover indicadores para o gerenciamento da área.
  • Atuar preventiva e proativamente na infraestrutura, garantindo uma maior disponibilidade e segurança do ambiente.

O NOC – Network Operation Center, é um dos pontos principais para o funcionamento do modelo de Serviços Gerenciados, leia mais sobre NOC nesta matéria.

Read More

Blue Solutions realiza evento em São Paulo – Dell Solutions Center.

No dia 13/08/14, parte da equipe Blue Solutions esteve presente no Dell Solutions Center – SP, em um evento que levou aos clientes presentes soluções completas relacionadas aos assuntos:

– Infraestrutura convergente com Dell VRTX e Dell Blades
– Armazenamento simplificado com Dell Equallogic
– Backup em Disco com DR4100.

O evento reuniu cerca de 20 participantes em uma troca dinâmica de informações e novidades sobre os temas relacionados, além de proporcionar aos clientes a chance de conhecer o novo Centro de Soluções da Dell, batizado de DSC, que compartilha uma rede global de recursos de data center e especialistas Dell, o que auxilia os clientes a validarem e construírem soluções para os mais diversos tipos de necessidades, baseados em melhores práticas e casos de sucesso.

O evento foi um grande sucesso e a equipe agradece a participação de todos!

Em breve, as palestras serão disponibilizadas para Download. Aguardem!

Veja as fotos do evento: Clique aqui

Read More

10 Benefícios da Virtualização de Desktops

No artigo anterior passei diversos conceitos sobre Virtualização de Desktops, sobre as diferenças entre VDI e RDS, vantagens e desvantagens entre eles e a ideia que um modelo misto pode ser a melhor saída.

O objetivo principal da Virtualização de Desktops são ganhos de gerenciamento, segurança, disponibilidade do ambiente, mobilidade, padronização e diminuição de custos de aquisição e manutenção dos desktops.

Vou tratar dos principais benefícios adotando-se solução de Desktops Virtuais:

1. Menor custo de aquisição dos Desktops

Embora um projeto de VDI normalmente não fique mais barato do que desktops tradicionais, ocorre a migração dos investimentos, ao invés de comprar máquinas de última geração para as pontas, o poder de processamento deve ser concentrado no Datacenter, então o investimento muda para servidores mais poderosos para suportar a infraestrutura, permitindo equipamentos mais simples nas pontas

2. Possibilidade de uso de Thinclients

Um Thinclient por definição é um computador projetado apenas para acesso a um ambiente de virtualização de desktops, com isso, costuma ter uma arquitetura mais simples, com menos complexidade de implantação e manutenção. No conceito correto, eles não possuem peças móveis (não tem HD nem coollers), então suportam ambientes mais hostis, com vibrações e até poeira, e no caso de quebra, a substituição é simplificada, pois não possuem configuração nem dados para serem migrados (toda informação está no datacenter).

Mesmo os Thinclients que fogem da definição, com coollers por exemplo, oferecem vantagens: normalmente são equipamentos bem menores que os Desktops comuns, mais baratos, com baixo consumo de energia, menor dissipação de calor e mantém o conceito de nenhuma configuração e dados locais. Em alguns projetos, os ganhos de espaço físico ou energia elétrica podem justificar os investimentos.

ZeroClient Wyse P25

3. Maior performance

Toda a performance depende dos servidores, e aí pode-se usar conexões de 10Gbits (normalmente não disponíveis nos Desktops), discos SSD de alta performance (versus discos SSD básicos nos Desktops), placas GPU e memória para execução dos desktops virtuais.

Um ganho futuro, quando a estrutura crescer, basta investir nos servidores, e todos os usuários terão ganhos de performance, enquanto que numa estrutura tradicional, seria necessário investir em todos os Desktops. Isso costuma trazer o prolongamento da vida dos desktops para até 8 anos, versus 5 anos em uma estrutura tradicional.

4. Facilidade de Gerenciamento

Os Desktops virtuais são criados a partir de templates de máquinas virtuais, que já possuem os softwares da empresa pré-instalados, Windows atualizado, antivírus e configurações de rede. Isso faz com que, para o deploy de um novo desktop para um novo usuário, por exemplo, o trabalho seja extremamente reduzido.

O connection broker também permite algumas facilidades de gerenciamento, como a criação automática de novos desktops, acesso remoto da equipe de TI sobre o Desktop para suporte ao usuário, reciclagem automática de desktops, integração com virtualização de aplicações e virtualização do perfil dos usuários.

5. Padronização das estações

Tanto usando VDI quando RDS, é possível padronizar através de templates os softwares e acessos disponíveis. Assim, a empresa passa a ter uniformidade entre os desktops, facilitando o suporte, a interação entre usuários, o aprendizado e disponibilização de novas aplicações.

6. Alta Disponibilidade dos Desktops

O principal ponto de defeito de um Desktop são os componentes físicos do mesmo e um fator crítico quando um defeito acontece são os dados e configurações locais, que num ambiente de virtualização de desktops são irrelevantes, pois basta trocar o equipamento que os dados estão seguros no datacenter. Assim, quando um usuário tiver um problema na máquina local, basta substituir em poucos minutos para que o funcionário volte a produzir.

Os Desktops rodando no Datacenter podem ser protegidos pelas mesmas técnicas avançadas de proteção dos servidores virtuais, ou seja, podem ser instalados em clusters virtuais e no caso de falha do servidor hospedeiro, o Desktop volta automaticamente no ar em outro servidor.

Também é possível fazer backup e replicação dos Desktops, provendo tempos de recuperação muito rápidos em caso de falha do sistema operacional, ou seja, técnicas que nem se cogita em fazer com Desktops tradicionais.

7. Mobilidade para os usuários

A virtualização de Desktops oferece uma entrega padrão do Desktop para o usuário independente do dispositivo, isso permite que o usuário possa sair da sua mesa de trabalho, logar em outro dispositivo (numa sala de reunião, por exemplo) e visualizar os mesmos aplicativos e arquivos da mesma forma em que está familiarizado.

Também permite a execução em Tablets e Smartphones, entregando a mesma interface e aplicativos, que não estariam disponíveis para as plataformas nativas desses aparelhos.

Mesmo usuários que ficam fora da empresa podem se beneficiar da virtualização de Desktops com recursos como o Local Mode do VMware Horizon View.

8. Desktop sempre ligado

Um recurso bem interessante é que o usuário não precisa desligar seu desktop, ele pode simplesmente desconectar do mesmo e as aplicações que estavam abertas continuarão lá. Quando ele reconectar em outro dispositivo, ele terá acesso aos mesmos aplicativos, com um tempo de reconexão muito mais rápido.

Isso permite, por exemplo, que na quebra do dispositivo de acesso, ao reconectar, o usuário não perca nenhuma palavra digitada, se ele estava redigindo um e-mail por exemplo, ao reconectar estará no mesmo ponto onde parou.

Junto com a mobilidade, é possível abrir a tela de um BI no computador de mesa e continuar depois a partir de um tablet. Ou então, em um hospital, abrir a prescrição de um paciente no posto de enfermagem e depois reconectar no mesmo desktop virtual em um dispositivo a beira leito para lançar os medicamentos utilizados.

9. Segurança dos dados

Como já falamos aqui, os dados dos desktops ficam armazenados nos servidores do Datacenter. Isso permite a execução de backups centralizados, garantindo a disponibilidade dos dados.

Pelo mesmo motivo é mais fácil restringir o acesso aos dados e aplicar políticas contra acesso não autorizado; podem ser bloqueados dispositivos externos como Pendrives, e, mesmo se o dispositivo for roubado, não terá nenhum dado nos discos locais sem estar criptografado.

Além de que, toda a conexão é criptografada, utilizando protocolos padrões de mercado, então o risco de vazamento de informações é mínimo.

10. Escalabilidade e Independência de fornecedor

Num ambiente de Desktops virtuais é possível fazer a distribuição de aplicativos muito rapidamente e com total garantia de compatibilidade. Basta instalar o aplicativo no template padrão e mandar replicar para todas as máquinas virtuais e o aplicativo estará instalado automaticamente para todos os usuários.

Também é possível combinar com tecnologias de virtualização de aplicativos, o que garante ainda mais compatibilidade, é possível, por exemplo, executar duas versões diferentes do Internet Explorer simultaneamente, pode-se configurar que a última versão mais atualizada será usada por padrão e para um site que requer compatibilidade com uma versão anterior, essa será usada automaticamente.

Ainda pensando na facilidade de operação, o upgrade do sistema operacional é facilitado, uma troca de Windows XP para Windows 7 pode ser feita apenas substituindo o template padrão, pode ser feita de forma controlada e previamente testada

Conclusão

Os benefícios da virtualização de Desktops são muitos, nesse artigo apresentei bem resumido os principais conceitos.

Embora os custos iniciais de aquisição sejam iguais ou maiores que um ambiente de Desktops tradicionais, utilizando-se de Desktops virtuais o custo para manutenção e gerenciamento é bem reduzido, somando-se isso aos benefícios para os usuários, como mobilidade, desktop sempre ligado, fácil recuperação de desastres e segurança, é uma opção bem interessante para empresas de todos os portes.

Leia também:
O que é virtualização?
O que é computação em nuvem?
Os 12 benefícios da virtualização no Datacenter
O que é Desktop Virtualization?

Read More

O que é Desktop Virtualization ou Virtualização de Desktop?

O que é Desktop Virtualization ou Virtualização de Desktop?

 

Virtualização de Desktops é uma tecnologia que separa o sistema operacional e suas aplicações do dispositivo físico que acessa o mesmo.

Pode ser usado também com virtualização de aplicação (por exemplo, usando ThinApp), e por um sistema de gerenciamento de usuários (também chamado de virtualização de usuário, por exemplo, usando VMware Persona), assim, todos os componentes são virtualizados, criando um ambiente muito mais seguro para os Desktops.

Nas implementações mais avançadas, o sistema operacional é uma máquina virtual executando em um servidor rodando um hypervisor dentro de um datacenter. Isso traz estabilidade para o ambiente, e dependendo da implementação, ganhos significativos de performance.

Como os servidores executam em equipamentos muito mais avançados que um desktop comum, um Desktop virtualizado pode acessar os dados da rede a velocidades altas como 10Gbits (versus 1Gbit de um desktop comum), ter a base de aplicativos principais executados a partir de discos SSD de alta performance, ter acesso a placas de computação GPU e quantidades significativas de memória (é comum ter servidores com 128Gb ou 256Gb para desktops virtuais).

Os dispositivos clientes para conexão aos Desktops remotos podem ser Desktops comuns, rodando alguma versão do Windows ou Linux, Thinclients (mini-desktops, com recursos limitados, mas que trazem benefícios de espaço reduzido e baixo consumo de energia), Notebooks comuns, Netbooks, Chromebooks (como anunciado no VMware PEX 2014), Tablets (iPad ou Android) e até Smartphones (iPhone ou Android).

A conexão dos clientes com os desktops é gerenciada por um Connection Broker, que estabelece um protocolo (por exemplo: PCoIP ou RDP) para a comunicação.

Os serviços para hospedar Desktops Virtuais são chamados de VDI (Virtual Desktop Infrastructure), e são responsáveis pela gerência dos Desktops (criação automática e deleção das máquinas virtuais), gerência da conexão dos usuários, segurança (controle de criptografia e de acesso a dispositivos), gerência do perfil dos usuários, de aplicações, entre outros recursos.

Outra forma de entregar Desktops Virtuais, embora alguns especialistas não considerem, é através de Terminal Service, ou Remote Desktop Services como é chamado no Windows Server 2012. A grande diferença do VDI e do RDS é que numa estrutura de VDI é usado um sistema operacional para Desktop comum, como Windows 7 ou Windows 8, enquanto que no RDS é usado um sistema operacional de servidor, como o Windows Server 2008 ou Windows Server 2012.

Ainda sobre VDI versus RDS, num ambiente RDS normalmente são necessários menos recursos para entregar o Desktop, pois os usuários compartilham o mesmo sistema operacional, enquanto que no VDI, como cada usuário tem um sistema operacional para si, têm maior flexibilidade, autonomia e compatibilidade com aplicações e dispositivos remotos.

Em um ambiente empresarial pode-se usar uma configuração mista entre RDS e VDI para entregar o melhor custo-benefício mantendo a flexibilidade.

Alguns aplicativos de fornecedores para implementar VDI: VMware Horizon View, Citrix XenApp (antigo Metaframe), Dell vWorkspace (antigo Quest vWorkspace), Microsoft Terminal Services (acompanha o Windows Server).

O termo DaaS (Desktop as a Service) é usado para indicar quando um provedor externo ou mesmo quando a empresa entrega o Desktop sob demanda para os usuários.

O objetivo principal da Virtualização de Desktops são ganhos de gerenciamento, segurança, disponibilidade do ambiente, mobilidade, padronização e diminuição de custos de aquisição e manutenção dos desktops, mas isso será tema para outro artigo.

Saiba mais sobre VMware View!

Sobre o autor
Fernando Ulisses dos Santos
Diretor de Tecnologia na Blue Solutions
Especialista em Segurança da Informação
Certificado VCP-DCV, VCAP-DT, VCP-DT

 

Leia também:
O que é virtualização?
O que é uma máquina virtual?
O que é computação em nuvem?
Os 12 benefícios da virtualização no Datacenter

Read More

Blue Solutions participa do 15º Encontro do Business Club Healthcare

No dia 24 de Julho, a ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE MEDICINA DE GRUPO – ABRAMGE foi anfitriã do 15º encontro do Business Club Healthcare, realizado em Bela Vista (SP).

Com objetivo de apoiar a iniciativa do Club e promover discussões e trabalhos que fortaleçam as relações entre Operadoras e Hospitais, o evento reuniu 66 participantes, entre eles, algumas empresas que puderam conhecer um pouco melhor a dinâmica deste setor.

A Blue Solutions esteve presente através do seu Diretor Executivo, Edgar Monteiro, que palestrou sobre: Alinhamento Estratégico da TI com a Alta Direção dos Hospitais e princípios de Recuperação de Desastre.

A palestra que teve um conteúdo empresarial focada em negócios, abriu um grande leque de oportunidade para discussões que agregaram muito aos diretores e presidentes dos hospitais ali presentes.

Edgar Monteiro, Diretor Executivo da Blue Solutions em sua palestra

O evento reuniu 66 participantes da área
Mais informações no site do evento

Read More

O que é NOC? Que vantagens eu tenho ao implantar em minha empresa?

Um termo que tem ganhado destaque como uma boa prática para TI é NOC, que significa Network Operation Center, Centro de Operações de Rede, em inglês.

Por definição é um local onde se realiza o monitoramento e gestão dos eventos de TI. Através de softwares específicos, uma equipe especializada monitora os alertas gerados pelos ativos de TI. Ativos de TI são os computadores, roteadores, gateways, etc. Essa equipe atua de forma preventiva e proativa com o objetivo de manter o ambiente de TI o mais estável possível.

O NOC vai além de apenas monitorar, ele é responsável pela execução de scripts para estabilização dos incidentes de forma imediata, geração de informações para as equipes de suporte de infraestrutura, criação de relatórios de capacidade e disponibilidade dos ativos de TI entre outras atribuições.

Essa prática já é bem difundida em grandes corporações, mas vem tornando-se muito popular entre as pequenas e médias empresas uma vez que a disponibilidade dos sistemas e agilidade na recuperação em caso de problemas tem se tornado um diferencial competitivo no mercado.

Através do NOC diversas informações são extraídas dos ativos de TI, a análise destas informações proporciona prever necessidades de investimentos ou falta de capacidade da infraestrutura atual, agindo preventivamente o gestor de TI melhora a maturidade de TI da empresa, reduz o downtime dos serviços e aumenta a satisfação dos usuários.

Um NOC pode operar em escala de 24 horas; em empresas onde a disponibilidade dos sistemas é essencial para o negócio, a implantação de um NOC torna-se imprescindível.

O NOC pode ser interno ou terceirizado, o modelo terceirizado é substancialmente mais barato que a implantação de um NOC interno, outro fator interessante na terceirização é a disponibilidade da equipe interna de TI em assuntos estratégicos para o negócio, quando o ambiente de TI é corretamente monitorado, a disponibilidade dos serviços aumenta e a equipe interna de TI passa a dispor de mais tempo para se dedicar ao negócio e levar mais inovação à empresa.

O NOC da Blue Solutions atende atualmente cerca de 50 empresas, são mais de 500 servidores e 15.000 serviços monitorados 24 horas por dia, 7 dias por semana.

Read More
No